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PAULO MENDONÇA sem censura
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De quem é a festa?
Cada vez mais tenho observado o total esque-cimento do homenageado na festa de Natal, as pessoas se preocupam com o que vestir o que comer e até no que beber (normalmente em grande quantidade) e não estão nem aí para o fato de que este dia é em celebração ao nascimento de JESUS, que deveria receber todas as honras e a dedicação de todos pelo menos pelo seu aniversário.
Será que é um exagero a minha afirmação?
Quantas pessoas você conhece que nem sequer faz uma celebração em louvor ao aniversariante?
Meu amigo, minha amiga, não importa a sua religião, não importa como irás se referir a ELE, mas pelo menos neste dia, lembre-se de felicitá-lo. Porque independente de fé ou religião, JESUS e seus feitos estão na história do mundo há mais de dois mil anos e suas ações até agora estão agindo em benefício de todos nós.
Lembre-se: Natal é uma celebração e não apenas uma festa para comer, beber e trocar presentes e dizer por costume ou obrigação: Feliz Natal!
Deseje de fato a felicidade para você e para quem você anunciar, pois com certeza o aniversariante JESUS irá abençoar.
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Chegamos ao décimo quinto ano de circulação
Sou levado numa viagem louca de imensas alegrias, algumas tristezas e decepções, ao lembrar de nossa trajetória desde o preparo para a primeira edição do Real que circulou no dia 24 de novembro de 1995, que já foi uma decepção, pois a data prevista era 15 de novembro, mas superada a data, afinal a criança nascera, com um DNA pré definido (focar nas comunidades da região). Ideias e ideais não faltavam e nem faltam nos dias de hoje, mas o que era impossível de se fazer ou de se manter, já entra no seu décimo quinto ano de circulação periódica, alguns amigos e colaboradores se foram para o andar de cima e outros seguiram suas vidas, mas também novas forças se agregaram e assim o REAL vai seguindo e cumprindo o seu compromisso principal de levar a informação de nossa região à parte da população local, dentro da realidade possível, sem pretensões ou grandes alardes.
Agradeço a você que agora está com este exemplar em suas mãos e me dando oportunidade de passar um pouquinho das muitas emoções que vive por ser o único sobrevivente da primeira tripulação deste barco de sonhos e realizações.
Obrigado!
Nota: publicado na edição impressa do REAL Notícias, edição nº 171, novembro de 2009, que em 24 de novembro de 2009, entrou no seu décimo quinto ano de circulação.
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“Quem sabe um dia as vaidades e a ganância irão diminuir e assim poderemos ver alguns resultados que dizemos que desejamos ver, mas que pouco ou quase nada fazemos de forma efetiva... Para ter respeito a opinião e posição do outro não precisa de recurso ou de nehuma ação do poder público... Vamos aprender a viver com as diferenças!”
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Basta de intolerância!
Você pode ser magro e eu gordo, você baixo e eu alto, negro e eu pardo, ser evangélico, católico, budista, hinduísta e eu umbandista.
Precisamos fazer um exercício diário que se alguém ou algo é diferente para mim eu e minhas coisas também iremos parecer diferentes para quem está do outro lado.
Faço uma pergunta prá você que é intolerante religioso, pense bem e me responda: - DEUS é o poder maior? – É DEUS quem rege o universo? – Então as diversas religiões existem porque ele quer?
Jesus ao dizer: “Há muitas moradas na casa de meu PAI!”, deixou claro que a salvação é individual e não pertence a nenhuma religião ou credo e sim aqueles que seguirem as determinações de Deus.
Precisamos evoluir, conviver com as diferenças e dar um basta nas intolerâncias e preconceitos que já fizeram milhares de vítimas ao redor do mundo, quando são levados ao fanatismo e matam em nome de Deus, um absurdo.
Lembre-se sempre “Deus é amor e nada existe fora deste amor” então nos resta respeitar a vontade do PAI, através de seu filho unigenito JESUS.
Respeite a vontade de Deus e basta de intolerância.
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É preciso buscar o equilíbrio
O que mais observo nos movimentos sociais é o excesso de vaidade e de disputa desequilibrada por espaços e poucas pessoas buscando o equilíbrio e a união de esforços para o bem comum e aí fica o “EU”, sobrepondo o “NÒS” e assim perdem as pessoas e perde a região.
Venho aqui sugerir que as pessoas reflitam e até passem a usar como fórmula para atingir o equilíbrio nas atividades diárias, a proposta do Rotary Internacional, através da PROVA QUÁDRUPLA, que norteia a ação de seus membros, onde diz: “A prova quádrupla do que nós pensamos, dizemos ou fazemos. 1º - É a VERDADE? 2º - È JUSTO pata todos os interessados? 3º Criará BOA VONTADE e MELHORES AMIZADES? 4º Será BENEFÍCIO para todos os interessados?”, e assim cada vez que pensar em impor o “EU”, será levado a usar o “NÒS” e pensar se sua ação ou atitude realmente irá beneficiar o coletivo.
Precisamos pensar e agir mais em benefício do coletivo, sem preconceito, sem intolerância e com mais respeito à pessoa humana, pois antes de posição social, financeira, cargo ou título honorifico, somos GENTE e fomos criados e somos regidos pelo CRIADOR e cabe apenas a ele o julgamento e a sentença suprema na vida de cada um, não devemos julgar para não sermos julgados.
Busquemos o equilíbrio!
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Uma missão especial
Dentro da realidade, o ato de prover a família que historicamente era papel do PAI, vem cada vez mais sendo exercido por mulheres, que as vezes ocupam esta posição por desejo próprio e infelizmente na maioria dos casos por omissão dos homens no papel de pai. Daí surgiu o termo “pãe”, que é usado para as MÃES que acabam assumindo a posição de educar e sustentar sozinhas os seus filhos.
Não entro neste assunto para diminuir a importância dos PAIS, até porque sou um deles e procuro cumprir minha missão todos os dias, mas sim para valorizar estas mulheres lutadoras, que se sacrificam entre o papel materno e o de educar e prover sozinha os seus filhos s. E não falo apenas na questão financeira, mas principalmente no aspecto de carinho, companheirismo e referência masculina, que deve ser a presença do PAI, junto ao seu filho, ensinando através de exemplo e diálogo.
Se você tem um filho, procure ocupar a posição de PAI, de forma eficaz e presencial, pois irás descobrir o quanto poderá ajudar na melhoria da sociedade, preparando uma criança ou um jovem para ser um de bem, um cidadão, que sabe respeitar os deveres e cobrar os seus direitos.
Parabéns aos PAIS, que cumprem a sua missão especial e assim ajudam a sociedade a melhorar cada vez mais.
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Até quando?
Depois de muito pensar na ausência de atuação do poder público em nossa região, inclusive na falta de apoio logístico mínimo em eventos promovidos pelos militantes comunitários e religiosos, como fechamento do trânsito e policiamento, que é um dever dos órgãos públicos, só me vem esta pergunta: - Até quando? Quando iremos aprender a discutir entre nós a linha de prioridade e atacar de forma objetiva?
Aliás, é até bíblico a afirmação “uma casa dividida não reina”, então o que vejo como saída é que cada um dentro do seu grupo de atuação externa, seja de raça, religião, credo, partido político, ideológico e até de time de futebol, passemos a lutar pelos mesmos objetivos de melhoria da qualidade de vida na região que vivemos, vamos afinar o discurso e todos pedirem a mesma coisa a quem estiver no poder, deixando de lado a vaidade e o individualismo que é infelizmente em maioria nas militâncias comunitárias, religiosas e sociais e que é muito utilizado por quem deseja manobrar a opinião pública em nossa região.
Podemos estar unidos em objetivos, sem necessariamente ser do mesmo grupo. Se cada um de nós repetirmos onde estivermos as coisas que a região precisa ou deseja, quem estiver no poder irá perceber que algo mudou, e que mesmo cada um em uma frente de militância e de interesse individual, também esta defendendo o coletivo.
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Até onde?
Apesar de acreditar em nossa força e potencial, e também sempre receber o reconhecimento de nossa importância para a região, sou provocado a fazer uma profunda reflexão sobre até onde devo fazer sacrifício para manter este veículo, tanto na edição impressa como na Internet, tendo em vista a grande falta de apoio financeiro para custear as despesas, e apenas por estas dificuldades, quando já vou tomando uma decisão de parar, sempre me vem um sinal de que estamos servindo na orientação, informação e formação de alguma opinião e que por isso, não tenho o direito de parar.
E ainda surgem uns desavisados a criticar a falta da cor, a nossa ausência em eventos e solenidades e até mesmo a nossa linha editorial ou a falta de algum tipo especifico de matéria, mas essas mesmas pessoas não fizeram e nem nada fazem para fortalecer o nosso e nem nenhum outro canal de comunicação regional.
Iremos seguir até onde Deus permitir e a nossa coragem não falhar.
Agradeço a você leitor e aos nossos parceiros, que nos impulsionam a manter esta atividade.
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O papel da mídia
A princípio deveria ser o de informar e formar opinião, com total isenção e autonomia, mas como fazer isto, quando se depende de custear a publicação, seja ela um jornal diário ou periódico, uma revista, um programa de rádio ou televisão e até um portal ou página na internet.
Na busca por esta autonomia, ainda não conseguimos estabilizar este nosso veículo, pois não aceitamos fazer parte do jogo, onde um governo ou grupo político que esteja nele,seja o nosso tutor e defina a nossa pauta de matérias. E por isso tivemos que passar o grande desabor de ter uma edição impressa comprimida, a de abril, que circulou com 4 páginas.
Mas graças ao apoio de alguns e o desejos de outros, conseguimos voltar ao nosso padrão mínimo de 8 páginas e vamos seguir em nosso objetivo de informar, denunciar e principalmente valorizar as boas ações desenvolvidas por tantas abnegados militantes nos diversos setores de nossa região.
Nossos colaboradores têm total liberdade para cumprirem seu papel em seus espaços no Real e assim acreditamos estar cumprindo o nosso papel.
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Fazer é difícil!
Ao longo destes 14 anos, já vi nascerem e infelizmente morrerem, outros veículos de imprensa em nossa região, alguns com vínculos partidários, religiosos e até se colocando como o redentor da mídia regional, mas o tempo fez com que as máscaras caíssem e os motivos camuflados em cada um desses extintos jornais foram tornados públicos e perderam credibilidade e até comprometeram o reconhecimento da importância da mídia periódica.
Nunca nos colocamos como o melhor ou os donos da verdade, apenas estamos cumprindo o que assumimos, que é mensalmente, divulgar as boas ações desenvolvidas nos bairros de Paciência, Santa Cruz e Sepetiba ou os assuntos que venha a interessar a esta região.
Agradeço aos parceiros que nos permitem continuar a realização desde trabalho, simples e com compromisso com a verdade e o respeito.
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MULHER um ser especial
Vejo que é passada a hora de superarmos o rótulo machista de que a mulher é especial, por ser: Mãe e esposa dedicada e até o sexo frágil. As mulheres são especiais por serem capazes de lutarem, superarem desafios, aprenderem, evoluir, produzir e ainda acharem forças para lutarem contra todos os tabus que lhes foram imputados ao longo de nossa história. Além de terem o poder maravilhoso de gerar um outro ser e a ele se dedicar de corpo e alma, sem abrir mão de seus ideais, sonhos e desejos.
A mulher emancipada dos dias de hoje, assume seu lado profissional, sexual, sentimental e não aceita mais ser vista como um objeto de satisfação para os homens.
A sociedade tem que continuar a se levantar contra todo o tipo de violência praticada contra a mulher, pois foi para isto que se intitulou o 8 de março, como o DIA INTERNACIONAL DA MULHER.
Vamos fortalecer a luta das mulheres, que com certeza estaremos tornando uma sociedade mais justa, respeitadora e equilibrada.
Obrigado as mulheres que estão na luta diária para a melhoraria da qualidade de vida da sofrida população de nossa região.
Muito obrigado!
Parabéns!
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Sim, nós podemos!
Surgiu como uma grande novidade e até virou o slogan da campanha do Democrata Obama, a presidência do Estados Unidos, o que provou a máxima do marketing que antes de criar é preciso sentir o que o público deseja.
Então, chego ao ponto que pretendo, se está no consciente popular do mundo o desejo de mudanças e de dar um basta na corrupção, na má gestão pública e em todas as mazelas que são consequências delas, por quê na hora de agirmos damos um passo em falso ou recuamos. É isto que tenho visto acontecer nas eleições, nos movimentos sociais e comunitários e até nas religiões. Sempre que alguém se coloca para promover mudanças, os que estão na “boquinha”, fazem o papel da turma do “deixa disso” e aí vem com o discurso de mediador: ”CALMA! Isso irá mudar mais na frente. .. Eles estão querendo acertar... Agora vão resolver os nosso problemas... E por ai vai!
Se o problema é nosso, por quê ficamos esperando que alguém de fora tenha a solução.
Aliás, em uma música que diz: “cada um no seu quadrado”, mas na prática a maioria espera que alguém venha melhorar o seu quadrado. Ao invés de ficarmos esperando que políticos, governantes e grupos financeiros poderosos venham resolver os nosso problemas, deveríamos repeti em todos os momentos: Sim, nós podemos! Até que realmente estejamos convencidos que cada um de nós é uma célula vital desde doente corpo, que é a sociedade. Não se conforme com os limites que o sistema lhe impõem, tome já uma atitude, exercite seus pensamentos e suas ações positivas.
Sim, nós podemos!
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Se não é conhecido, não presta! Será?
O tempo tem se encarregado de corrigir a sentença precipitada de muitos que preferem afirmar que algo não presta ou não serve, simplesmente pelo fato de não ter conhecimento de tal coisa, foi assim com as vacinas de combate a epidemias, foi assim com a acupuntura, que no início foi dada até como bruxaria e hoje já é utilizada até pelo SUS - Sistema Único de Saúde e tem ajudado muito gente a aliviar seus males e até promovendo recuperação total do paciente.
Você deve até estar estranhando, a minha entrada em uma área tão especifica e pouco comum em nossa rotina, mas foi apenas um exemplo que encontrei para chamar a atenção dos amigos para a importância de ouvir de fato as pessoas que surgem com algo novo e se for preciso até pesquisar sobre o assunto apresentado, não perguntando a outra pessoa que nada sabe ou conhece de fato daquele assunto, mais buscando ouvir quem já utilizou ou pesquisou, além da grande falicitade dos dias de hoje, que é a pesquisa na Internet. Não devemos num momento de globalização nos fecharmos a novas técnicas e oportunidades, pois o tempo não para e nem espera. O futuro irá acontecer você querendo ou não, as tecnológias serão desenvolvidas e o sucesso será para os que acreditarem e derem uma chance para o novo, que inicialmente é estranho, é anormal ou é alternativo e depois torna-se natural e você perdeu a oportunidade de ser um pioneiro.
Pense!
Tenha coragem!
Mude a realidade!
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O que você quer para o seu futuro?
É comum que ao findar de cada ano, façamos planos para o novo ano que se avizinha, mas observo que muitas vezes as pessoas esquecem que ao fazerem planos, precisam estabelecer como irão colocar em prática os mesmos e quais os mecanismos que irão desenvolver para torná-los possíveis. Caso contrário terão a frustração de verem seus sonhos e desejos não realizados.
Sem pretender impor regras, mas sim contribuir com a melhora da qualidade de vida das pessoas, levanto algumas questões: Se a questão é emocional, trabalhe a sua mente desde de já de forma positiva. Se é religiosa, exercite a sua fé, independente das pessoas, pois religião existe para religar o ser humano ao seu criador e não para impor regras ou tabus. Se o seu desejo é melhorar no aspecto financeiro, e aí vale aquela reforma na casa ou a aquisição de sua casa própria, o carro novo ou o primeiro automóvel, pense de forma prática e objetiva, estabeleça metas e prazo para cumpri-lás. Lembrando que se você vai ter que fazer um curso ou se especializar em uma área específica, ou iniciar em um emprego ou atividade, você terá que dar um tempo deste apresentar resultado satisfatório, pois nada tem resultado imediato, é preciso estar disposto a fazer os sacrifícios para atingir o sucesso. Ninguém melhora de vida de uma hora para outra, isto só ocorre no fator sorte em jogo ou lezando outros e eu particularmente, prefiro acreditar no resultado de dedicação no trabalho ao ficar sonhando com um grande prêmio.
Mude realmente em 2009!
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Conto com você!
A árdua função de militante no movimento de valorização das ações positivas que são desenvolvidas em nossa região, assim como a militância no movimento de oficialização das emissoras comunitárias e/ou no combate a discriminação religiosa e étnica e em lutas comunitárias em nossa região, não nos habilita a receber nenhum tipo de ajuda ou apoio oficial, ainda mantemos este espaço graças ao apoio de alguns poucos empresários, prestadores de serviço e comerciantes. Por isso não nos atrevemos a aumentar o número de páginas e nem imprimir em cores, o que iria aumentar em muito nosso custo.
Buscando diminuir as dificulades, estamos há mais de um ano, tentando oficializar a transformação da instituição GG/ISC - Grupo Gestor da Iniciativa de Santa Cruz para MÍDIA COMUNITÁRIA, o que nos daria a possibilidade de através de projetos e de busca de recusrsos público aumentar nossos horizontes e poder ainda mais auxiliar na divulgação de nossa região. E até para custear esta despesa ainda não conseguimos sensibilizar ninguém.
É difícil! É muito difícil, mas nós iremos continuar, pois acreditamos que o único caminho de avançarmos e a institucionalização do nosso trabalho e a busca de recursos externos para o fortalecimento do Real e dos demais veículos de mídia de nossa região. Precisamos investir na melhor qualificação das equipes de comunicadores das emissoras comunitárias e na qualidade técnica da transmissão.
Espero poder contar com a sua ajuda e assim tornar mais fácil está árdua luta.
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E lá vamos nós!
Ao longo desta nossa jornada, você que nos acompanha já viu eu chamar a atenção dos que se precipitam em julgar o nosso trabalho apenas por uma edição ou pelo período eleitoral, mas alguns insistem em tentar diminuir a importância de nossa trajetória nestes 13 anos, onde já passamos por 7 eleições e também já vimos outros veículos nascerem e infelizmente deixarem de circular, alguns por estarem a serviço de um grupo político e outros por não terem o que penso ser o essencial, que é a ligação de fato com a população da região. E isto eu tenho o orgulho de ter conquistado com a ajuda de todos os que colaboram com este trabalho, quer seja escrevendo, distribuíndo ou anunciando.
Mas uma campanha eleitoral passou e como divulgamos o REAL não teve nenhum candidato o espaço foi aberto à todos que nos procuraram e assim cumprimos o dever de imparcialidade do veículo.
Aproveito a oportunidade para agradecer aos que foram candidatos e acreditaram no potencial do nosso veículo para divulgar as suas ideias e propostas.
Aqui, cada um colaborador tem e sempre terá o direito de escolher os seus candidatos e tornar esta escolha pública ou não.
Iremos em frente e como principal responsável pela circulação deste impresso e a manutenção da edição na Internet, sempre buscarei ter discerrnimento para respeitar as diferenças e manter o Real sem ataques ou ofensas pessoais, pois o nosso compromisso é com a realidade da notícia e a valorização das ações positivas que são desenvolvidas em nossa região.
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“Quanta Coisa”
Ao construir a matéria sobre “A verdadeira história do REAL Notícias”, fui levado a um exercício de pesquisa e lembranças e aí pude lembrar mais uma vez o quanto já contribuímos com o desenvolvimento de nossa região, quantas reclamações que publicamos que já foram resolvidas, quantos eventos divulgamos e cobrimos, quanta gente já viu o seu trabalho reconhecido em nossas páginas, quantas instituições comunitárias e religiosas já foram divulgadas, quantos artistas foram mostrados. Enfim, tive a sensação de dever cumprido em relação ao compromisso assumido, que foi o de fazer um jornal com a cara da região, um veículo para valorizar as boas coisas que são realizadas por tanta gente boa que temos em nossa região. Mas também tive renovado e reforçado este mesmo compromisso, não posso e nem devo me tornar um “mercadejador de mídia”, tenho um dever com os leitores, anunciantes e colaboradores, por isso o nosso lema é “A REALIDADE DA NOTÍCIA!”, e para ser a reprodução da realidade, não podemos estar a mercê do simples “pagou = publicou”, somos diferentes e temos um compromisso.
Chegamos até aqui e ganhamos a sua confiança e a credibilidade que você nos concedeu e por isso, mesmo não sendo em cores, mesmo tendo que superar a falta de recursos e garantir a circulação em cada mês, não perderei a minha FÉ e nem a confiança no respeito e admiração de nossos leitores, anunciantes e colaboradores, mesmo com todas as dificuldades, eu tenho a certeza de que “EI DE VENCER!”
Vamos em frente!
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EI DE VENCER!
Quase chegando ao décimo quarto ano de circulação de nossa edição impressa e ao quinto de edição on line, com o Real Notícias, e vendo que a crise financeira está atingindo efetivamente a manutenção deste nosso trabalho, cheguei a pensar em desistir. Mas quando saio às ruas e vejo quantas pessoas valorizam este periódico e o grande volume de acesso em nosso portal na Internet (cerca de 30 mil, por mês), me acende a chama da certeza de que “EI DE VENCER!”, e achar a fórmula para manter este canal de valorização das ações positivas desenvolvidas em nossa região.
No Real, as pessoas se vêem, os artistas locais e os eventos são divulgados, os militantes e dirigentes dos movimentos religiosos e comunitários tem espaço, enfim somos e queremos continuar sendo uma vitrine da nossa região.
Não iremos desistir, não iremos mudar nossa linha editorial, não iremos seguir um modismo que impõem um sensacionalismo barato e faz com que jornais regionais deixem de cumprir o seu papel de informar as coisas boas que são realizadas todos os dias pelas comunidades.
Agradeço aos que anunciam e ajudam a manter este trabalho e aos colaboradores que me ajudam a fazer o sucesso do Real, quer na edição impressa, quer na Internet, que agora está sendo reformulada gratuitamente pelo companheiro Roberto Willian, e em breve estará sendo publicada.
Por tudo isso e pela minha FÉ, tenho a certeza de que “EI DE VENCER!”
Vamos em frente!
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Paulo
Mendonça apoia EIDER DANTAS para VEREADOR na Cidade do Rio de Janeiro!

Na
minha longa caminhada política (comecei aos 8 anos de idade
levado pelo meu querido pai), tive oportunidade de conviver com diversos
tipos de homens públicos, e posso afirmar que poucas vezes
convivi com políticos com o preparo, capacidade, determminação
e coragem do EIDER DANTAS, por isso decidi declarar logo no início
da campanha eleitoral o meu apoio a candidatura de EIDER DANTAS para
VEREADOR e SOLANGE AMARAL para a Prefeitura de nossa cidade.
É o EIDER DANTAS agora irá levar sua experiência
e capacidade para somar na bancada de vereadores do DEMOCRATAS - DEM
25 na Câmara Municipal do Rio de Janeiro e ainda mais poder
realizar em prol de nossas comunidades.
Estou a disposição de quem desejar se encanjar nesta
luta em defesa da melhoria da qualidade de vida em nossa região,
muito já se fez, mas ainda há muito a ser feito.
Paulo
Mendonça
Contato: paulomendonca@realnoticias.com.br - 78380285 - 87869938 -
rádio ID: 23*46809
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E
aí, vamos votar?
Já entramos no período eleitoral, e no dia 5 de outubro,
domingo, iremos escolher uma pessoa para governar a nossa cidade e
50 pessoas para ocuparem as cadeiras da Câmara Municipal e fiscalizarem
a Prefeitura e legislar em defesa do interesse de todo o Município.
Você pode até me dizer que está decepcionado com
tantos escândalos que envolvem políticos em nossa cidade,
estado e pelo Brasil a fora, mas não irás me convencer
que com tantos candidatos, você não tem em quem votar
para Vereador. Pare! - Observe bem a sua volta e verás que
tem gente realmente compromissada com a nossa região. Alguns
já estiveram em diversos níveis do poder público
e sempre deram provas deste compromisso e outros estão buscando
um espaço para provar sua capacidade e propostas. No caso da
eleição para suceder o Prefeito Cesar Maia, na Prefeitura,
sugiro que observe quem são as pessoas que cercam os candidatos
e candidatas, pois elas serão a equipe que irão governar
a nossa cidade nos próximos quatro anos, se forem eleitos.
Pense bem! Quem você quer ver administrando a Prefeitura do
Rio, um grupo de aventureiros ou uma equipe séria, dedicada
e comprometida de fato com a nossa região. Prometer a solução
prá tudo é até fácil, mas realizar os
compromissos é tarefa para quem tem equipe e competência.
Por isso é preciso observar, ouvir, analisar e não se
deixar iludir pelo foguetório das pesquisas eleitorais.
.
Votar é preciso!
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“Na
luta”
O nosso objetivo é informar e formar uma opinião junto
aos nossos leitores e amigos, e sabemos que por isso somos julgados
em cada edição, o que é normal, apenas estranhamos
quando alguém resolve julgar o nosso trabalho, apenas por uma
edição ou uma matéria específica que publicamos,
aí alguns outros, acostumados a fazerem o papel de papagaio,
que tem apenas a capacidade de repetir o que ouviu e tenta jogar uma
estrada de 13 anos, onde já estamos na edição
de número 154, ladeira abaixo.
Não temos a pretensão de ser o melhor, o mais bonito
e nem perfeito, mas queremos a cada mês, cumprir nossa missão
de informar e valorizar as boas coisas que são realizadas nos
bairros de Santa Cruz, Sepetiba e Paciência.
Iremos, continuar superando as dificuldades e dando voz e vez a quem
produz em prol desta região.
O nosso trabalho é e sempre será sem nenhum tipo de
preconceito e intolerância.
Somos mantidos graças a colaboração de alguns
parceiros e não pretendemos desistir de cumprir nosso papel.
Agradeço em nome de todos os colaboradores a cada um leitor
e em especial aqueles que divulgam o nosso trabalho, quer através
dos microfones das emissoras de rádio, quer na instituição
comunitária ou religiosa que participa.
Muito obrigado!
Continuamos na árdua luta de divulgar e informar.
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Não
é hora de desistirmos
Mesmo com todas as notícias de violência, de falta de
médicos, de falta de professores e de escolas, epidemias, políticos
corruptos e tantas outras coisas ruins que acontecem pelo Brasil e
no mundo, não podemos desistir.
Somos firmes, corajosos, criativos e iremos saber combater o bom combate,
está em nosso hino maior “Um filho teu não foge
a luta”.
Contrariando os interesses dos poucos poderosos deste país,
iremos estabelecer a democracia plena. Onde os direitos e deveres,
são plenamente respeitados e exercidos.
Sim! Precisamos exercitar nossos direitos e deveres, a cada instante,
pois ser cidadão é saber respeitar e cobrar, mas antes
de cobrar ao próximo, cobrar a si mesmo. São as pequenas
ações que tomamos no dia à dia, que constroem
em nossos pequenos, o ser que irá respeitar ou não,
no amanhã.
Não dá para usarmos a sentença, “faz o
que eu mando e não faça o que eu faço”,
pois é o que fazemos diante da sociedade, que mostra o que
esperamos desta.
É preciso que cada um tenha a consciência de valorizar
as ações positivas e a coragem de contribuir para mudar
o que for necessário.
Vamos consolidar a democracia, mas com responsabilidade e respeito.
Vamos continuar na luta e fazer um país cada vez melhor;
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“sem
título”
Ao chegar neste ponto de manifestar a você amigo leitor a minha
opinião, me vem um avalanche de idéias e nenhum título.
Daí pensei, por que tudo aqui, tem que ter um título,
tem que ter um rótulo, ninguém começa uma conversa
informal, com uma pauta predefinida, então decidi que esta
será a nossa conversa que não precisa de um título.
Você deve estar pensando que estou louco e dizendo: - Isso não
é uma conversa é um monólogo. Então vamos
transformá-la em conversas, eu coloco as perguntas e você
diz as respostas, já que até agora só eu tenho
dito a minha opinião. Aí vai!
- O que você acha desta história de que a epdemia da
dengue é só culpa do Prefeito?
- Você acha que todo policial é corrupto?
- Só devemos votar em político que seja vizinho ou devemos
votar em políticos pela competência e compromisso com
a melhora da qualidade de vida em nossa região?
- O que dá prá fazer com as crianças para alegrá-las
sem gastar dinheiro?
- Segurança pública é um caso de polícia
ou um problema que todos devemos discutir e indicar as soluções?
- Você é contra ou a favor do aborto ser liberado?
- Você acha que a liberação das drogas, irá
diminuir a violência?
Já perguntei bastante, agora vou deixar você pensar e
se quiser continuar esta prosa, me manda as respostas.
PAZ!
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Sustentáculo
Na nossa rotina de luta pela sobrevivência, para manter um projeto
ou pela melhoria da qualidade de vida, o nosso maior sustentáculo
sem sombra de dúvidas é a família e os amigos.
Na hora que a coisa aperta, todos nós precisamos de um ombro
amigo, um ouvido atento e até uma avaliação e
opinião sobre o caminho escolhido.
Não estou aqui negando a importância da FÈ, não
falo de idas a templos religiosos, que, aliás, alguns fazem
apenas como um compromisso social, até se esquecendo do verdadeiro
motivo que deveria lhe impulsionar a ida até o templo, mas
sim da verdadeira FÉ, aquela que é capaz de transportar
as montanhas de obstáculos que surgem no nosso caminho.
Existem momentos na vida de cada um, que esta FÉ é testada
de forma clara e firme.
Precisamos cultivar as amizades, até mesmo entre os familiares,
porque o laço de sangue é natural, mas a amizade verdadeira
é sólida.
Exercitar a FÉ, sem dogmas, sem pretensões, mas sincera,
interior e diária.
“O ser humano sem FÉ, é um ser morto-vivo”
Nosso principal objetivo na vida, deve ser melhorar como ser, saber
perdoar e pedir perdão.
PAZ!
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O RIO continua sendo...
Todo dia vemos na imprensa diária uma campanha de destruição
da imagem da cidade e das instituições públicas,
fazendo assim que o cidadão forme uma imagem de caos total.
Sabemos e conhecemos as muitas falhas em todas as prestações
de serviços em todos os níveis de governo, mas não
podemos concordar com tamanho absurdo contra a nossa querida e maravilhosa
Cidade do Rio de Janeiro, que precisa explorar a capacidade que tem
em suas belezas naturais, através do turismo interno e externo.
E aí ficam alguns que são motivados ao meu ver, por
um jogo de pressão para conseguirem verbas de publicidade do
governo, provocando que os interessados em virem passear na cidade,
pensem que aqui vivemos todo o tempo como uma cidade do faroeste.
Outro aspecto no mínio estranho é quando fazem referência
do combate ao crime organizado, onde colocam os polícias como
se fazem eles os errados ao entrarem nas comunidades para coibir o
crescimento deste tumor social.
Vamos questionar as falhas, mas vamos também respeitar as instituições
constituídas e valorizar as maravilhas e os pontos positivos
que temos em nossa querida cidade.
O Rio continua sendo uma cidade maravilhosa.
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SOMOS
NÓS QUEM CONSTRUÍMOS UM NOVO ANO FELIZ!?
Se VOCÊ
em 2007:
Desejou ou foi capaz de fazer o bem;
Respeitou a Sagrada Pessoa Humana;
Celebrou o Universo com toda a sua fé;
Buscou corrigir suas falhas;
Procurou entender as falhas dos outros;
Se vigiou para não ter nenhum tipo de preconceito;
Se derrepende, foi capaz de parar de chorar e dar um belo sorriso;
Com certeza em 2008 você será ainda mais FELIZ!
Aos
amigos, companheiros, colaboradores, aos irmãos de fé
e de ideal por uma região melhor, desejo ainda mais SAÚDE,
PAZ, AMOR e muitas conquistas.
FELIZ 2008!
“Se
chorei ou se sorri o importante é que emoções
eu vivi”
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“VENDILHÕES
ELEITORAIS”
Existem pessoas que reclamam de outras, dizem que os mesmo, não
tem comportamento digno, são mentirosos, caluniadores e até
mau elemento, mas depois como se nada tivesse dito, aparecem a desfilar
com estas mesmas pessoas.
Daí fico na dúvida: - São loucos e/ou são
iguais aos que acusaram!? - Pois prefiro a inimizade declarada deste
tipo de gente ao ser nivelado aos mesmos. Posso até parecer
antipático, mas depois que testo o comportamento de uma pessoa
e defino que a mesma não merece estar ao meu lado, tomo uma
posição clara.
É lógico que pessoas públicas, acabam obrigadas
a lidar com todos os tipos de pessoas. Mas uma coisa é estar
com os picaretas em um evento público e outra é andar
com eles.
Quero ao meu lado quem possa e queira respeitar o próximo e
crescer e desenvolver a nossa região.
Dos aproveitadores, eu quero distância.
Basta de dar espaço a essa gente medíocre e perversa
que usa os problemas da região, para ganhar o sustento pessoal,
por não terem coragem de trabalhar e produzir o seu próprio
sustento e de seus familiares.
Chega de “vendilhões eleitorais”, que só
se mexem para chamar a atenção de políticos desavisados,
afim de “tomar algum dinheiro”.
Basta de picaretas!
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Nossa
estrada
No próximo dia 24 estaremos entrando no décimo terceiro
ano de circulação, nesta estrada temos consciência
do muito que contribuímos aos movimentos organizados de nossa
região, o quanto pudemos informar aos nossos leitores os fatos
e divulgarmos eventos dos mais variados setores da sociedade.
Aos que disseram que nascíamos a serviço de uma campanha
política, lembramos que já passamos por seis eleições
e não deixamos de cumprir nosso papel de informar e divulgar.
A prova de nossa imparcialidade é a manutenção
de uma equipe sempre independente e uma linha editorial plural, sem
preconceito de nenhuma espécie.
Temos a consciência de não sermos excelentes, mas já
vimos os “excelentes” , nascerem e morrerem.
Iremos continuar firmes em nossos propósitos, fieis a reprodução
da cara de nossa gente, pois queremos continuar tendo o orgulho de
ver as pessoas que realmente realizam aparecendo em nossas páginas
em cada edição.
Agradeço aos parceiros, aos anunciantes, aos colaboradores,
aos amigos e em especial a você leitor, que é o maior
motivo de todos os meses lutarmos para publicar mais uma edição
deste periódico de imprensa alternativa com a cara de nossa
região e as informações que você precisa.
MUITO OBRIGADO!
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Copiando
errado
É infelizmente comum tomarmos conhecimento através dos
noticiários de denúncias e escândalos em vários
níveis dos poderes executivo e legislativo. E logicamente nos
indignamos com tais atos dos políticos, governantes, policiais
e servidores públicos.
Em nossa região, tenho observado que algumas poucas pessoas
aprovam a conduta destas pessoas e até as imitam em suas ações.
Pois quando participam de algo, demonstram sua capacidade de descumprirem
as regras e fazerem de tudo, sem medir esforços e sem nenhum
tipo de escrúpulo, para obterem um lampejo de poder.
Se for para copiarmos algo ou alguém, por quê não
copiar as boas ações ou os bons exemplos de tantos homens
e mulheres dignos na história da humanidade.
Não suportamos mais que pessoas que ocupam ou queiram ocupar
espaços públicos, insistam em refletir o mau caráter
dos seus chefes ou mandatários.
Precisamos de nos capacitar de fato em cada área que atuamos,
não podemos permitir que pessoas alheias e/ou despreparadas
venham ditar regras incabíveis.
Somos nós e que temos as condições de elevar
o nível da participação nos segmentos comunitários,
políticos, religiosos e institucionais.
Não aos aproveitadores!
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"JORNAL
NÃO VENDE INFORMAÇÃO, MAS INFLUÊNCIA!"
1. Uma de suas teses mais importantes é a de que o jornal não
vende informação, mas influência. Se o seu poder
de influenciar cresce, aumenta também o seu valor de mercado.
2. O modelo de negócios que pode, segundo ele, garantir a sobrevivência
dos jornais diários é fazer com que a qualidade da informação
que eles publicam seja reconhecida pela opinião pública,
a começar pelas elites da sociedade. "Um jornal influente
terá leitores que confiam nele e, em conseqüência,
ele valerá mais para os anunciantes".
3. Os erros que mais abalam a imagem do jornal são os erros
subjetivos (decorrentes de má avaliação, contextualização
equivocada, interpretação incorreta dos fatos, sensacionalismo,
exagero, enviesamento) que minam a credibilidade.
4. Meyer alerta ao final: "Para ter sucesso, é preciso
encontrar um modo de conquistar, empacotar e vender a confiança
que as antigas mídias estão abandonando voluntariamente
por meio de sua estratégia de colheita". Se quiserem influir
de fato na sociedade, os jornais terão de apostar na qualidade.
Trechos
da critica de Carlos Eduardo Lins e Silva do livro de Philip Meyer
"Os Jornais Podem Desaparecer?"
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Usando
o efeito da notícia na política
A opinião pública se forma por contaminação
e na base da sociedade. Esse processo é mais rápido
quando toda a sociedade tem acesso a uma mesma informação
publicada pela imprensa. No Brasil, em função dos níveis
de renda e escolaridade o processo é mais lento.
Sempre que há uma notícia de grande destaque, quando
os institutos de pesquisa perguntam na semana seguinte se o eleitor
havia tomado conhecimento do fato, uma proporção, sempre
maior do que 25% diz que não sabia.
Um fato forte funciona no Brasil como uma pedra que se joga na água
de um lago onde os círculos concêntricos vão se
abrindo, vão chegando às margens, ou seja, aos segmentos
com menos informação.
Nesta conjuntura -o efeito -o Rei Está Nu- foi precipitado
pelas vaias do Maracanã no dia 13 de julho. Estas funcionaram
como uma pedra jogada na água, no meio de um lago. O tamanho
da pedra aumenta o diâmetro que se atinge. Mas sempre que se
lança outras pedras na direção das margens -nos
4 pontos cardeais que envolvem a canoa de onde foi lançada
a primeira pedra- os círculos concêntricos são
sustentáveis, recobram intensidade e garantidamente chegam
às margens, ou seja, aos que tem menos informação.
Esse processo no Brasil leva uns 90 dias. Mas se novas pedras não
forem jogadas no lago os círculos vão se tornando mais
tênues, com menor
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Podia
ser assim
Diante da crise da educação nas escolas da rede pública
estadual de ensino básico, na Baixada Fluminense e interior,
por falta de professores e escolas, os telejornais deram destaque
ha um menino que diante das câmeras, chorou e disse mais ou
menos assim: “Preciso estudar, quero ser da Marinha...”.
Daí o menino ganhou uma bolsa de estudos e o custeio até
os 18 anos de idade e em seguida foi promovida uma matéria
de sua visita as instalações de um navio, onde o mesmo
foi recebido por oficias e praças. O que deve ter sido muito
bom para o garoto.
Então! Por quê não é desenvolvidos um programa
intenso de valorização das profissões e um intercâmbio
com as crianças e jovens, visitando os locais de trabalho de
cada atividade, a fim de mostrar aos mesmos os bons exemplos. Eliminando
assim, que as nossas crianças e jovens das comunidades só
tenham como exemplo o sucesso (mesmo que temporário), dos traficantes
ou a imagem distante da realidade dos gãlas e jogadores de
futebol bem sucedidos, através da televisão.
Nossas crianças e jovens, precisam ser estimulados a respeitar,
conhecer sua a história de sua região e perceberem que
poderão desenvolver seus talentos e sonhos e se tornarem cidadãos
de bem.
Os exemplos e exercícios, falam mais alto que belos discursos.
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Solidão
acompanhada
Provavelmente meu querido amigo, companheiro e leitor, você
já deve ter se sentido desta forma: - Ao meio de uma dezena
de pessoas, ou tendo em volta os familiares, mas se sentido absurda
e absolutamente sozinho. Só em seus sonhos, idéias,
desejos e ambições, e porque não, até
em suas dores, decepções e desilusões.
Somos assim, em alguns momentos o estar sozinho, não determina
solidão e às vezes estar com alguém próximo
fisicamente, não determina estar acompanhado. Os poetas é
que conseguem expressar bem este sentimento.
Por tudo isso é que somos denominados como seres pensantes,
apesar de alguns insistem em não pensar, parecendo que este
ato esgota a carga da mente. Este tipo de gente concorda, não
percebe o seu entorno e nem o que realmente as pessoas sentem. Neste
aspecto, vocês já devem ter vivenciado um fato, onde
as questões são claras, obvias e aí aparece um
desses que tem preguiça de pensar e fazem indagações
do tipo: - Por quê, você esta assim? - O quê está
acontecendo? - Quem deixou você assim?
Enfim, o que resta é ocupar a mente, para não deixar
que esta solidão acompanhada vire uma depressão, pois
viver vale a pena de qualquer forma e ser feliz e buscar a felicidade
em cada pequena ação do dia a dia.
Seja feliz!
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Coragem!!!
Muitas das vezes, ouvimos nossos companheiros de luta no movimento
institucional, comunitário e/ou religioso, dizerem, que já
estão cansados da luta por melhorias para a nossa região.
É um fato real, que as conquistas para a nossa região,
não costumam ser fácil, mas também é fato,
que muitas delas não teriam acontecido, sem a participação
desta legião de abnegados.
Então, só resta aos militantes e dirigentes, nas comunidades,
das instituições e dos templos religiosos, buscarem
renovar a força e se tomar de maior coragem e se envolverem
de fato, na busca pela melhoria da qualidade de vida em nossa região.
A luta é árdua, mas sei que os companheiros não
irão desistir.
É hora de envolvermos novos soldados, precisamos oxigenar o
movimento comunitário, temos que envolver novos agentes, nesta
causa.
A luta irá continuar!
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Refletir
e Seguir
No dia 3 de março, fui acometido de um mal estar de saúde,
confesso que no auge da situação, cheguei a pensar que
era hora de findar esta jornada, mas Deus em sua infinita misericórdia
decidiu de outra maneira e aqui ainda estou podendo receber o amor
da família, o carinho e apoio de amigos e companheiros. Fato
o qual me concedeu um tempo incrível para uma profunda reflexão
e um grande teste a minha fé.
Passado o susto, agora é hora de reduzir a intensa atividade,
cuidar do emocional e evidentemente fazer dieta, perder alguns ou
muitos quilos, enfim me adaptar-me a novas rotinas e hábitos.
A vida (DEUS), me concedeu esta oportunidade e não irei deixar
passar.
Quero registrar minha gratidão a direção e a
equipe da Casa de Saúde República da Croácia
e CDS-Centro Diagnóstico Sepetiba, em especial a Dra. Josefa,
ao companheiro Adelson Alípio e a minha família (Edna,
Angela, Paulo Ismael, Paulo Estevão, Celeste e Rose Leny),
pelo socorro, apoio e assistência.
Ao companheiro José Renato do Jornal Vitrine, minha gratidão,
pelo apoio para fazer esta edição estar circulando.
Enfim, quero agra-decer a manifestação de carinho e
as orações que recebi da equipe do jornal e de todos
os amigos e companheiros da região.
Em muito breve estarei de volta a nossa luta!
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Mulheres
na luta
O 8 de março, que é o Dia Internacional da Mulher, deve
servir como um referencial para toda a sociedade, refletir na importância
da luta contra as intolerâncias e preconceitos.
Cabe aos homens o dever de aceitar de forma natural a importância
da atuação das mulheres na sociedade, quer no mercado
de trabalho, na direção de movimentos religiosos, sindicais,
comunitários, nos lares e na política.
Ao meu ver neste momento não cabe mas ações reparadoras,
como as de cotas e as limitações que ainda existem em
algumas áreas profissionais, como a militar , onde a mulher
tem limites de graduação, assim como algumas religiões
, ainda não aceitarem a presença da mulher em cargos
máximos.
É passada, e muuuito, a hora de medirmos a competência
por sexo, raça ou cor.
Nosso reconhecimento as tantas companheiras que em nossa região
e pelo país, lutam pela busca do respeito, dignidade e oportunidade
que as mulheres merecem, independente de sua raça, cor credo
e condição social.
Obrigado, as mulheres que continuam nesta luta!
E peço licença à todas, para aqui citar uma que
ao meu ver é uma referência desta luta em nossa região,
a querida Cleonir Alves, a tia Gaúcha.
Sigam em frente na luta pelos direitos e no combate as desigualdades.
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“No
mundo a passeio!”
Você com certeza conhece alguém que através de
suas ações e atitudes, dão veracidade a esta
afirmativa.
Enquanto todo mundo agita, se preocupa e busca soluções,
às pessoas desse gênero, ainda encontram espaço
para criticar a ansiedade e agitação dos levam a sério
os compromissos assu-midos.
Eles são seres especiais, parecem sempre estar em período
de férias, nada faz alterar sua expressão de descanso
pleno, pois o que não foi feito hoje poderá ser realizado
a qualquer dia, mês ou ano. Dizem sim a tudo, mas realizam quando
acham que é a hora.
Não me refiro aqui às pessoas equilibradas, firmes em
seus objetivos, mas aqueles que simples-mente ao final de uma reunião,
ou no dia seguinte, faz a celebre pergunta: - Qual é mesmo
a minha tarefa? - Quando é mesmo que temos que fazer o que
foi combinado? - Enfim, vivem cantando o refrão de uma badalada
música: “Tô nem aí! Tô nem aí!
E para o nosso sofrimento, o movimento comunitário esta repleto
de gente assim. O que acaba sobrecarregando os demais militantes.
Fazer o quê?
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Acabando
em pizza
Em ano eleitoral, as CPI’s, que correm no Congresso Nacional
(Câmara dos Deputados e Senado), pelo andar das coisas, irão
mesmo terminar em pizza, como previa todos os especialistas políticos,
a turma dos programas de humor da televisão e alguns militantes
e dirigentes institucionais de nossa região. Alguns “bois
de piranha” foram jogados ao rio da opinião pública,
que ao devorar o noticiário que anunciou os “cassados”
e os que renunciaram, esquecem os demais corruptos e corruptores que
lá ainda continuam seus mandatos com a procuração
total de falar em nome de seus estados e do país, pois foram
eleitos por alguns, mas representam todos.
Enfim, em outubro novas eleições e novos e velhos eleitos,
que lá irão continuar a formar alianças, acordos
e até a organizar esquemas de corrupção.
Lembre-se, será o voto de cada um de nós, que irá
formar a “nova” composição das casas legislativas
no âmbito estadual e federal. Não podemos dar ou renovar
aos maus políticos o acesso às contas públicas.
- Você daria a sua senha bancária ou a chave de sua casa,
na mão de um ladrão?
Pense bem! Pense muito bem antes de definir seu voto.
Somos os únicos que podemos mudar a absurda realidade da política.
Pizza, só no lanche!
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“entre
o discurso e a prática”
Em minha jornada neste muitos anos na vida comunitária, social
e jornalística em nossa região, cada vez mais fica claro
a enorme distância que existe entre os belos e eloqüentes
discursos de autoridades, personalidades, dirigentes institucionais,
empresários e religiosos, valorizando o trabalho da mídia
alternativa e a prática. Falam da importância de nosso
trabalho, porque são os jornais locais que divulgam as ações
desenvolvidas aqui. - O que é uma verdade! Mas na hora de contribuírem
financeiramente com a manutenção destes veículos,
esquecem seus discursos e lembram da crise ou passam a visam da prática
capitalista, onde só existe o resultado imediato. - Aí!
Abandonam a responsabilidade social e a necessidade de criar um campo
de sinergia com toda a comunidade. Enfim a velha prática do
“farinha pouca, meu pirão primeiro”
Se o REAL ainda não sucumbiu (e infelizmente falta pouco para
isso acontecer), é porque deixei de precisar sobreviver dos
recursos gerados por ele.
A falta de apoio da maioria gera a redução do número
de páginas e a permanência em preto e branco.
Por enquanto encontrar força irei continuar com este trabalho,
simples, difícil, mas comprometido com os princípios
de respeito e envolvimento com a luta das comunidades.
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Sem
reação
Ao ver a cena da mãe sentada no chão, com a cabeça
do filho morto no colo, foi algo inesplicável, externando no
olhar a imensa dor, sem chorar, sem falar, sem gritar, aquela demonstrou
o quanto cada um de nós fica ao perder para violência
um ente querido, em especial, o que sofre uma mãe.
Quando ainda bem jovem, era comum que os mais velhos recomenda-se
os cuidados na seleção das companhias e onde não
ir em determinados horários, afim de evitar um risco. Mas na
atualidade, isto se tornou impossível, pois a insegurança
é generalizada, o governo não consegue mais garantir
o direito constitucinal do ir e vir, nenhum de nós, infelizmente
estamos livre de sofrer um ataque a qualquer hora do dia, em qualquer
ponto.
Não existe policiais suficiente para uma atuação
eficaz, não existe uma política de valorização
e respeito ao agente de segurança e sua família, que
na maioria das vezes, vive em área de risco e até sob
ameaça. O polícia, não é protegido pelo
estado, para poder gerar a ação de segurança
que todo o cidadão tem direito.
Podemos imitar o silêncio da imensa dor daquela mãe,
aquela cena deve servir como um alerta e provocar uma ação
em todos nós cidadãos, precisamos mudar este quadro
de falta de reação do poder público.
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“É
preciso querer mudar”
Em geral ouvimos a afirmativa de que cada um é o resultado
do meio em que vive. É lógico que sofremos naturalmente
influência da cultura e dos costumes, mas quando temos um interesse
pessoal, aí somos capazes até de negar estas raízes.
Não estou aqui criticando esta atitude, mas sim usando este
exemplo, para lembrar que depende muito mais de cada um de nós,
mudarmos a violência, o abandono dos governos e o continuo desrespeito
a cada um de nós. Somos nós é que precisamos
sentir a vontade de mudar. Somente a nossa união em torno de
um objetivo comum poderá produzir uma mudança significativa.
O individual precisa ser convergente com o coletivo, ou seja, minha
filha e todas as crianças merecem uma boa escola, temos necessidade
de assistência médica de qualidade e não apenas
um atendimento por misericórdia.
Pode parecer para você um sonho impossível de ser alcançado,
mas tenho a convicção de que depende muito mais de cada
um de nós. Precisamos ter a vontade sincera de querer mudar,
de dar um basta aos desmandos e descasos do poder público em
todos os níveis.
Basta de permitirmos que nos usem como massa de modelagem.
Somos capazes de mudarmos esta triste realidade que vivemos.
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Necessidade
ou acomodação
Muitas vezes já me fiz esta pergunta, inclusive quando fui
responsável pelo serviço assistencial de uma instituição,
quando me deparava com pessoas saudáveis e com bastante energia,
preferindo ter como principal atividade à de pedinte.
É lógico que não podemos generalizar a muita
gente realmente necessitada, muitos que realmente prefeririam estar
trabalhando e produzindo o sustento seu e de sua família, mas
que existe uma boa parcela de gente acomodada, que resolve transferir
para a sociedade a culpa das dificuldades e vivem apenas com a expectativa
de que aparecerá uma “boa alma” e irá prover
o seu alimento, mesmo que seja apenas uma pequena refeição,
Daí na outra irá aparecer um “bom cristão”
e assim vivem um dia após o outro sem desejar realmente mudar
a situação que vive.
Na minha opinião, não podemos e nem devemos estimular
a acomodação, sempre defendi que os serviços
sociais de cada região (igrejas, centros espíritas,
órgãos assistências do governo), tivessem um cadastro
unificado, a fim de evitar aqueles que fazem da miséria uma
profissão.
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Nova
Política! Será?
Teve início o governo do Sérgio Cabral, estamos assistindo
muitas afimações de ser uma nova fase na política
de nosso estado, mas ainda estou resistente a esta situação,
pois quem esta no poder são velhos políticos e /ou políticos
velhos, verdadeiras raposas.
Como cidadão que vive neste estado, estou torcendo para que
o governador, consiga manter o diálogo aberto e respeitoso
com os governos federal e municipal, também consiga ressuscitar
a saúde e mostra firmeza contra a violência.
Quero ver o nosso estado voltar a ser polo produtivo, ser a porta
de entrada do turismo internacional, desejo ver a população
ir ao trabalho, escola e lazer, sem o medo terrível, estampado
no rosto. Quero ver as emergências dos hospitais funcionando
e os servidores deste estado, sendo respeitado.
Tomara, que o Sérgio Cabral e sua equipe, tenha ou encontre
as soluções necessárias.
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Feliz
ano velho!
Ao iniciar de mais um novo ano, é comum vemos os amigos e companheiros
de jornada, anunciarem o desejo de felicidade, uns aos outros. Mas,
o que normal-mente é esquecido nestes momentos é que
a felicidade em um novo ano depende e muito do que cada um viveu no
ano anterior, não se pode achar que a felicidade, a saúde,
as conquistas e realizações, serão resultado
de uma simples mudança de ano. Estes são fatores resultantes
das ações e atitudes tomadas por cada um de nós
em cada dia de nossas vidas. É lógico que não
estou aqui dispensando os votos de felicidade de cada um, eles são
até importantes para criarem uma energia positiva.
Por acreditar que a felicidade de hoje, esta relacionada ao que cada
um de nós vivemos no ontem, quero desejar que seu ano velho,
tenha sido de edificação de um ano novo realmente de
felicidade, harmonia, luz, paz, saúde e realizações.
Calma! - Se você não teve oportunidade de pavimentar
este caminho no ano de 2005, faça disso um exercício
constante em cada dia deste novo ano, pois só assim poderá
construir uma vida de felicidade, onde cada pequena conquista deve
e precisa ser festejada, pois são as coisas simples que tornam
nosso dia a dia feliz.
Portanto, sejamos ainda mais feliz em cada dia e que tenhamos saúde,
para realizarmos muito e conquistarmos um mundo de paz.
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Que
guerra é essa?
Assistindo os últimos noticiários de nossa tão
amada cidade, me deparo com uma experiente Inspetora de Polícia
Civil, declarando: “Isso não é coisa de polícia!
- Não sabemos como lidar com essa questão”. A
declaração da profissional em segurança pública
a cerca de 15 anos, foi com referência à brutalidade
do incêndio provocado em um ônibus na região onde
nasci e fui criado. A linha de ônibus 350, a qual o veículo
queimado fazia parte, foi por muitas e muitas vezes utilizado por
mim e continua sendo utilizado por alguns familiares, que vivem naquela
região.
A policial em sua declaração afirmou também que
a menina presa e confessa de sua participação no ato,
“... é tão vítima, quanto os inocentes
passageiros”. De certa forma concordo com esta afirmativa, pois
sabemos que no mundo desta jovem, quem manda são os “poderosos”
do crime.
Enfim, me resta na boca um gosto amargo de fel, um enorme sensação
de impotência, uma tristeza profunda e perguntas, que insistem
em martelar meu inconsciente, durante todo o tempo: - Que guerra é
essa? - Existe uma caminho? - Qual? - Quem pode fazer algo definitivo?
- Até quando o cidadão vai e não sabe se volta?
Nos resta continuar firme na força de Deus e de nossos protetores.
Deus nos guarde e guie sempre!
dezembro/2005