
A
história dos ciganos pode ser dividida em três partes: a origem,
a dispersão e a situação atual. Como, porém, em
uma parte posterior deste trabalho será aprofundado o item situação
atual, não cabe neste capítulo relativo à história
abordar esses dados. Serão apresentadas, então, as questões
ligadas a sua origem até a chegada ao Brasil. Os ciganos fazem parte
de uma etnia de cultura própria, rica, já que por variadas razões
encontram-se dispersos por todo o mundo, tendo passado, em suas andanças,
por diferentes países, legando e enriquecendo a sua cultura. Uma pequena
parcela, hoje em dia, ainda é nômade, mas a maioria, como no
caso dos ciganos do Rio de Janeiro, é seminômade e sedentária.Segundo
Arthur R. Ivatts, sociólogo, educador britânico e assessor da
Comissão Consultiva para a Educação dos Ciganos e Outros
Nômades, a concentração maior desse povo fica na Europa,
ou seja, da população mundial cigana, mais ou menos a metade
é residente na Europa, sendo que dois terços na Europa Oriental,
e, parte reside ainda, no norte e no sul da África, no Egito, na Argélia
e no Sudão. Nas Américas, o contingente está distribuído
dos Estados Unidos à Argentina, tendo uma maior concentração
no território brasileiro. Devido ao modo de vida cigano, é difícil
calcular o número exato deles, mas, segundo Ivatts, em 1975, sem contar
com a Índia e o sudeste asiático, os ciganos eram, em média,
cerca de sete a oito milhões em todo o mundo.Antes de desenvolver o
tema, é preciso deixar claro que o termo cigano é genérico,
assim como índio, ou seja, dentro dessa etnia existem subdivisões
e, nelas, existem famílias que fazem das tradições uma
cultura própria de acordo com o subgrupo ao qual pertencem. No Brasil,
mais particularmente no Rio de Janeiro, existem dois grandes grupos de ciganos:
o Rom e o Calom.O grupo Rom é mais disperso, pois, devido a sua origem
extra-Ibérica, é encontrado no mundo todo, da União Soviética
à Argentina. São os considerados ciganos autênticos e
tradicionais. No Rio de Janeiro, foram contactadas famílias de três
grupos rons: o Kalderash, o Khorakhanè e o Ragare.Os nomes dos subgrupos
são apresentados por força de uma profissão própria
e predominante na família através dos tempos, como os kalderashès
(ferreiros, caldeireiros, produtores de panelas, parafusos, utensílios,
chaves, pregos, ferramentas, selas, cintos e outros objetos de couro). Alguns
são exibidores de feras amestradas, os circenses (lovares) e (manushes).
Outros ainda, que eram antigos traficantes de cavalos, atualmente, negociam
com carros, sendo também exímios comerciantes, mecânicos
e lanterneiros, como os ciganos do grupo Calom. Há também os
que vendem ouro, jóias, roupas, tapetes, que são os mercadores
ambulantes ou feirantes.
Os ciganos do grupo Calom situam-se, na Espanha — particularmente em
Andaluzia, onde existe a maior concentração de calons —
em Portugal, na África do Norte e no sul da França, são
os chamados ciganos Ibéricos. Há muitos anos, alguns desse grupo
foram deportados ou emigraram para as Américas, existindo, assim, uma
grande parte desses ciganos no Brasil.Diferenciam-se dos rons pelo aspecto
físico, dialeto e costumes. Sua maioria encontra-se nômade, principalmente
no Norte e Nordeste, mas uma grande parte já está totalmente
sedentarizada, principalmente no Rio de Janeiro. Muitos exercem profissões
ligadas à justiça: juízes, promotores, advogados, oficiais
de justiça e policiais.Os grupos e os subgrupos serão conhecidos
minuciosamente no decorrer deste trabalho, mas, para finalizar essa visão
histórica, é importante mencionar que o termo rom significa
cigano para qualquer cigano, pois calom, como são conhecidos os ciganos
Ibéricos, é o dialeto utilizado por estes desde a época
da repressão na Espanha e em Portugal. O Romanês ou Romani, língua
mundial cigana, traz a palavra rom significando homem, cigano e marido.
COSTUMES
Os
ciganos não representam um povo compacto e homogêneo, mesmo pertencendo
a uma única etnia, existe a hipótese de que a migração
desde a Índia tenha sido fracionada no tempo, e que desde a origem
fossem divididos em grupos e subgrupos, falando dialetos diferentes.As diferenças
no tipo de vida, a forte vocação ao nomadismo de alguns, contra
a tendência à sedentarização de outros gera uma
série de contrastes que não se limitam a uma simples incapacidade
de conviver pacificamente.Em linhas gerais, os Sintos são menos conservadores
e tendem a esquecer com maior rapidez a cultura dos pais. Talvez este fato
não seja recente, mas de qualquer modo é atribuído às
condições socioculturais nas quais por longo tempo viveram.
Quanto aos Rom de imigração mais recente, se nota ao invés
uma maior tendência à conservação das tradições,
da língua e dos costumes próprios dos diversos subgrupos. Sua
origem desde países essencialmente agrícolas e ainda industrialmente
atrasados (leste europeu) favoreceu certamente a conservação
de modos de vida mais consoantes à sua origem. Não é
possível, também em razão da variedade constituída
pela presença conjunta de vários grupos, fornecer uma explicação
detalhada das diversas tradições. Alguns aspectos principais,
ligados aos momentos mais importantes da existência, merecem ser descritos,
ao menos em linhas gerais. Antigamente era muito respeitado o período
da gravidez e o tempo sucessivo ao nascimento do herdeiro; havia o conceito
da impureza coligada ao nascimento, com várias proibições
para a parturiente. Hoje a situação não é mais
tão rígida; o aleitamento dura muito tempo, às vezes
se prolongando por alguns anos.No casamento tende-se a escolher o cônjuge
dentro do próprio grupo ou subgrupo, com notáveis vantagens
econômicas. Um cigano pode casar-se com uma gadjí, isto é,
uma mulher não cigana, a qual deverá porém submeter-se
às regras e às tradições ciganas. A importância
do dote é fundamental especialmente para os Rom; no grupo dos Sintos
se tende a realizar o casamento através da fuga e conseqüente
regularização. Aos filhos é dada uma grande liberdade,
mesmo porque logo deverão contribuir com o sustento da família
e com o cuidado dos menores.No que se refere à morte, o luto pelo desaparecimento
de um companheiro dura em geral muito tempo. Junto aos Sintos parece prevalecer
o costume de queimar-se a kampína (o trailer) e os objetos pertencentes
ao defunto. Entre os ritos fúnebres praticados pelos Rom está
a pomána, banquete fúnebre no qual se celebra o aniversário
da morte de uma pessoa. A abundância do alimento e das bebidas exprimem
o desejo de paz e felicidade para o defunto.
NASCIMENTO
Uma
criança sempre é bem vinda entre os ciganos. É claro
que sua preferência é para os filhos homens, para dar continuidade
ao nome da família. A mulher cigana é considerada impura durante
os quarenta dias de resguardo após o parto. Logo que uma criança
nasce, uma pessoa mais velha, ou da família, prepara um pão
feito em casa, semelhante a uma hóstia e um vinho para oferecer ás
três fadas do destino, que visitarão a criança no terceiro
dia, para designar sua sorte. Esse pão e vinho será repartido
no dia seguinte com todos as pessoas presentes, principalmente com as crianças.
Da mesma forma e com a finalidade de espantar os maus espíritos, a
criança recebe um patuá assinalado com uma cruz bordada ou desenhada
contendo incenso. O batismo pode ser feito por qualquer pessoa do grupo e
consiste em dar o nome e benzer a criança com água, sal e um
galho verde. O batismo na igreja não é obrigatório, embora
a maioria opte pelo batismo católico.
CASAMENTO
Desde
pequenas, as meninas ciganas costumam ser prometidas em casamento. Os acertos
normalmente são feitos pelos pais dos noivos, que decidem unir suas
famílias. O casamento é uma das tradições mais
preservadas entre os ciganos, representa a continuidade da raça, por
isso o casamento com os não ciganos não é permitido em
hipótese alguma. Quando isso acontece a pessoa é excluída
do grupo. É pelo casamento que os ciganos entram no mundo dos adultos.
Os noivos não podem Ter nenhum tipo de intimidade antes do casamento.
Quando o casamento acontece, durante três dias e três noites,
os noivos ficam separados dando atenção aos convidados, somente
na terceira noite é que podem ficar pela primeira vez a sós.
Mesmo assim, a grande maioria dos ciganos no Brasil, ainda exigem a virgindade
da noiva. A noiva deve comprovar a virgindade através da mancha de
sangue do lençol que é mostrada a todos no dia seguinte. Caso
a noiva não seja virgem, ela pode ser devolvida para os pais e esses
terão que pagar uma indenização para os pais do noivo.No
caso da noiva ser virgem, na manhã seguinte do casamento ela se veste
com uma roupa tradicional colorida e um lenço na cabeça, simbolizando
que é uma mulher casada. Durante a festa de casamento, os convidados
homens, sentam ao redor de uma mesa no chão e com um pão grande
sem miolo, recebem dos os presentes dos noivos em dinheiro ou em ouro. Estes
são colocados dentro do pão ao mesmo tempo em que os noivos
são abençoados. Em troca recebem lenços e flores artificiais
para a mulheres. Geralmente a noiva é paga aos pais em moedas de ouro,
a quantidade é definida pelo pai da noiva.
MÚSICA E DANÇA
Quando
os ciganos deixaram o Egito e a Índia, eles passaram pela Pérsia,
Turquia, Armênia, chegando até a Grécia, onde permaneceram
por vários séculos antes de se espalharem pelo resto da Europa.
A influência trazida do oriente é muito forte na música
e na dança cigana. A música e a dança cigana possuem
influência hindu, húngaro, russo, árabe e espanhol. Mas
a maior influência na música e na dança cigana dos últimos
séculos é sem dúvida espanhola, refletida no ritmo dos
ciganos espanhóis que criaram um novo estilo baseado no flamenco. Alguns
grupos de ciganos no Brasil conservam a tradicional música e dança
cigana húngara, um reflexo da música do leste europeu com toda
influência do violino, que é o mais tradicional símbolo
da música cigana. Liszt e Beethoven buscaram na música cigana
inspiração para muitas de suas obras. Tanto a música
como a dança cigana sempre exerceram fascínio sobre grandes
compositores, pintores e cineastas. Há exemplos na literatura, na poesia
e na música de Bizet, Manuel de Falla e Carlos Saura que mostram nas
suas obras muito do mistério que envolve a arte, a cultura e a trajetória
desse povo. No Brasil, a música mais tocada e dançada pelos
ciganos é a música Kaldarash, própria para dançar
com acompanhamento de ritmo das mãos e dos pés e sons emitidos
sem significação para efeito de acompanhamento. Essa música
é repetida várias vezes enquanto as moças ciganas dançam.
MORTE
Os
ciganos acreditam na vida após a morte e seguem todos os rituais para
aliviar a dor de seus antepassados que partiram. Costumam colocar no caixão
da pessoa morta uma moeda para que ela possa pagar o canoeiro a travessia
do grande rio que separa a vida da morte. Antigamente costumava-se enterrar
as pessoas com bens de maior valor, mas devido ao grande número de
violação de túmulos este costume teve que ser mudado.
Os ciganos não encomendam missa para seus entes queridos, mas oferecem
uma cerimônia com água, flores, frutas e suas comidas prediletas,
onde esperam que a alma da pessoa falecida compartilhe a cerimônia e
se liberte gradativamente das coisas da Terra. As cerimônias fúnebres
são chamadas "Pomana" e são feitas periodicamente
até completar um ano de morte. Os ciganos costumam fazer oferendas
aos seus antepassados também nos túmulos.
OS
SETE RAIOS CÓSMICOS
site:
No Rastro das Estrelas
Os Sete Raios Cósmicos são Chamas que integram e constituem
o Fogo Sagrado, energia qualificada com as Virtudes e Dons Divinos.
No seu trabalho em prol da evolução humana, a Grande Fraternidade
Branca se organiza subdividida em grupos que correspondem às Sete Chamas
ou Raios Cósmicos: Azul, Dourado, Rosa, Branco, Verde, Rubi, Violeta.
Em
cada Raio ou Esfera de Luz trabalham, incessante e amorosamente, seres perfeitos
do reino humano, angélico e elemental que de acordo com as suas afinidades
e potencialidades, escolhem o Raio no qual irão servir. Esta escolha
está ligada à energia predominante no Corpo Causal dos grandiosos
Seres.
As Virtudes e os Dons Divinos imprimem na energia que os irradia determinadas
freqüências vibratórias resultando na cor que lhes é
característica. Exemplificando: as virtudes de Força, Poder
e Fé vibram de forma a colorir Sua energia de tonalidades azuis (1º
Raio), enquanto a Humildade e Sabedoria, imprimem na energia a coloração
dourada (2º Raio) .
Encontram-se, no comando de cada Raio, representantes dos três Reinos
que evoluem no Planeta. Estes Seres, quando possível, trabalham auxiliados
pelos Seus respectivos Complementos Divinos.
Representando o Reino Humano : o Chohan (Senhor)do Raio
Representando o Reino Angélico : o Arcanjo do Raio
Representando o reino Elemental : o Elohae do Raio
Para
cada dia da semana existe um Elohae, um Arcanjo e um Chohan que se dedicam
ao serviço de irradiação da Luz de um dos sete Raios
Cósmicos. Entretanto, sempre que invocados, esses abençoados
Seres respondem amorosamente ao apelo.
A qualquer hora ou em qualquer necessidade o homem, como filho de Deus, pode
invocar estas Forças Divinas e prontamente será auxiliado.
Com
a simplicidade que caracteriza as coisas de Deus, é suficiente que
o homem coloque a sua atenção em um Ser do Raio que deseja receber,
invocando a sua ajuda. A seguir, deve visualizar-se (imaginar-se) envolto
e traspassado pela Luz solicitada.
Os
anjos e os Seres de Luz invocados estarão presentes realizando o seu
trabalho, pois esta é a Lei. Tenha a certeza que o auxílio é
imediato. Mesmo que o seu corpo físico, momentaneamente não
tenha a capacidade de sentir, certamente essa incapacidade dos sentidos não
será um fator limitador da realização da Vontade Divina.
Tenha em mente que
a Lei de Deus NUNCA FALHA.
Mesmo que você não a perceba, ela se realiza.
O amado Mestre Jesus disse:
“Pedi e recebereis; buscai e achareis; batei e abrir-se-vos-á.
Pois todo aquele que pede, recebe; quem procura, acha; e a quem bate, a porta
será aberta ”( Mateus 7)
Cabe àquele que deseja trilhar, com segurança, o caminho de
volta à casa do Pai, utilizar-se do Fogo Sagrado na purificação
de seus corpos, na dissolução das densidades por ele criadas
e na transmutação de seus carmas, atraindo à sua vida
a manifestação de todo o Bem.
Vlmc
Este
texto é exclusividade do site No Rastro das Estrelas. Por favor, ao
fazer cópias, conserve o crédito.
________________________________________
VEJA,
LOGO A SEGUIR, INFORMAÇÕES ESPECÍFICAS SOBRE CADA RAIO
1º RAIO – AZUL
Chama: Azul, com raios branco-cristal
Dia da Semana Domingo
Virtudes: Vontade de Deus, Força, Poder, Determinação,
Fé e Proteção.
Chohan: Mestre EL MORYA e seu Complemento Divino Mestra MYRIAN
Arcanjo : MIGUEL e seu Complemento Divino FÉ
Elohae : HERCULES e seu Complemento Divino Eloah AMAZON
2º
RAIO – DOURADO
Chama: Dourada
Dia da Semana Segunda-Feira
Virtudes: Sabedoria, Iluminação, Discernimento, Humildade
Chohan: Mestre CONFÚCIO
Arcanjo : JOFIEL e seu Complemento Divino CONSTÂNCIA
Elohae : CASSIOPÉIA e seu complemento Divino Eloah MINERVA
3º
RAIO - ROSA
Chama: Rosa
Dia da Semana Terça-Feira
Virtudes: Amor Divino, Reverência, Adoração, Beleza, Fraternidade,
Tolerância.
Chohan: Mestra ROWENA.
Arcanjo : SAMUEL e seu Complemento Divino CÁRITAS
Elohae : ORION e seu complemento Divino Eloah ANGÉLICA
4º
RAIO - BRANCO
Chama: Branco-cristal
Dia da Semana Quarta-Feira
Virtudes: Pureza e Ressurreição e Ascensão
Chohan: Mestre SERAPHIS BEY.
Arcanjo : GABRIEL e seu Complemento Divino ESPERANÇA
Elohae : CLAIR e seu complemento Divino Eloah ASTRÉA
5º
RAIO – VERDE
Chama: Verde com raios branco-cristal
Dia da Semana Quinta-Feira
Virtudes: Verdade, Cura, Dedicação, Consagração
e Concentração.
Chohan: Mestre HILARION
Arcanjo : RAFAEL
Elohae : VISTA e seu complemento Divino Eloah CRISTAL
6º
RAIO - RUBI
Chama: Rubi com raios dourados
Dia da Semana Sexta-Feira
Virtudes: Paz, Devoção, Compaixão, Cura, Alegria no Servir
Chohan: NADA
Arcanjo : URIEL e seu Complemento Divino DONA GRAÇA
Elohae : TRANQUILITAS e seu complemento Divino Eloah PACÍFICA
7º
RAIO – VIOLETA
Chama: Violeta
Dia da Semana Sábado
Virtudes: Transmutação, Misericórdia, Liberdade, Perdão,
Poder do Apelo
Chohan: SAINT GERMAIN e seu Complemento Divino. PÓRTIA
Arcanjo : EZEQUIEL e seu Complemento Divino AMETISTA
Elohae : ARCTURUS e seu complemento Divino Eloah DIANA
INCENSOS
Usados
de maneira correta, criam uma atmosfera no ambiente, de energia, equilíbrio
e harmonia, que ajuda o ser humano a sintonizar mais facilmente com os planos
superiores.Como ainda hoje acontece, em épocas passadas o incenso era
usado para quatro finalidades:1) Para Agradar aos Deuses:Acreditava-se que
o cheiro agradável e aromático que o próprio homem sentia
agradaria aos deuses ou à divindade. Vamos chamá-lo de função
de oferenda do incenso.2) Meio de Oração: O incenso era visto
como um meio para a oração. Acreditava-se que a fumaça
ascendente levaria aos deuses as petições daqueles que queimavam
o incenso. Por causa de seu cheiro agradável acreditava-se que deveria
ser um meio ao qual os deuses não podiam se fechar.3) Meio de Neutralização:O
incenso era queimado para mascarar ou neutralizar o mau cheiro oriundo de
imolações (animais e outros materiais). Pela mesma razão
também era usado nos funerais.4) Meio de Influência Inter-Humana:O
aroma e as vibrações do incenso sintonizam aquele que o queima
com uma determinada finalidade ou dão um determinado estado de ânimo
às diversas pessoas que se encontram no ambiente onde o incenso é
queimado. O aroma e as vibrações despertam em todas as pessoas
determinadas sensações e lembrança e sintonizam a psique
e a mente com certos objetivos.O USO DO INCENSO NA ANTIGUIDADE (Histórico)Entre
os Hebreus (com referência no Velho Testamento)O uso do incenso teve
desde a antigüidade um sentido de purificação e proteção.
Para os egípcios ele constituía uma forma de manifestação
da divindade. No culto dos mortos via-se no uso do incenso um guia para a
vida do além.A partir do momento em que o incenso começou a
entrar nos rituais - provavelmente inspirados pelos babilônios - conquistou
um papel cada vez mais importante na adoração de Deus.Aos poucos,
no contexto de uma religiosidade mais espiritual, o incenso tornou-se símbolo
da oração que se eleva a Deus, significando também a
adoração prestada aos deuses.No judaísmo o incenso era
símbolo da adoração e do sacrifício. O odor do
incenso devia servir também para aplacar a ira de Javé. De modo
geral, o incenso constitui um símbolo de adoração e de
veneração a Deus.O sacrifício do incenso e a adoração
identificam, sendo ambos um sacrifício a Deus. Existem numerosas referências
contidas no Antigo Testamento a respeito do incenso fazem supor que também
entre os hebreus daquela época o uso do incenso era tradicional. Hoje
os cientistas são unânimes em dizer que era apenas em torno do
século VII antes de Cristo que os judeus incorporaram o incenso em
seus rituais.Inicialmente, o incenso constava poucos ingredientes - óleo
de mirra, gálbano e olíbano puro. Seu preparo era reservado
aos sacerdotes e acontecia de uma maneira sublime e secreta.Eis as medidas
passadas por Deus à Moisés segundo a Bíblia (Velho Testamento):Êxodo
30:34 - Disse mais o Senhor a Moisés: Toma especiarias aromáticas:
estoraque, onicha e gálbano, especiarias aromáticas com incenso
puro; de cada uma delas tomarás peso igual; 35 e disto farás
incenso, um perfume segundo a arte do perfumista, temperado com sal, puro
e santo; 36 e uma parte dele reduzirás a pó e o porás
diante do testemunho, na tenda da revelação onde eu virei a
ti; coisa santíssima vos será. 37 Ora, o incenso que fareis
conforme essa composição, não o fareis para vós
mesmos; santo vos será para o Senhor.Queimava-se incenso durante os
sacrifícios e quando amadureciam as primeiras frutas. Além do
mais, era queimado, independentemente de tais acontecimentos externos, de
manhã e à noite sobre um altar especial, ou num turíbulo
especial. Grandes doses de incenso aromático também eram usados
para a purificação das mulheres.NO EGITO DOS FARAÓSOs
antigos egípcios eram mestres no preparo e uso dos incensos. O mais
famoso de todos os incensos egípcios é o kyfi. O historiador
romano Plutarco escreveu as seguintes palavras sobre o kyfi do Egito Antigo
: "Os ingredientes de kyfi proporcionam-nos bem estar à noite.
Kyfi é capaz de acolher as pessoas, pode provocar sonhos e fazer esquecer
as preocupações cotidianas, dando calma e serenidade a todos
que o inalam."A mistura dos ingredientes de kyfi era preparada durante
um ritual secreto acompanhado do canto de textos sagrados. Seu preparo exigia
um ritual especial, extremamente secreto no templo. O efeito misterioso do
kyfi consistia em gerar um estado de ordem e harmonia.No antigo Egito, a queima
de incenso era uma parte importante em todos em todos os rituais, já
que a cada um dos ingredientes dos diversos tipos de incenso eram atribuídas
características mágicas e místicas específicas.Além
disso, os egípcios queimavam incenso para, durante suas práticas
médicas, expulsar demônios, considerados responsáveis
por determinadas doenças.Até onde sabemos hoje, os egípcios
tradicionalmente preparam o kyfi.A ANTIGÜIDADE GREGA Apenas um cientista
defende a teoria de que o incenso teria chegado aos gregos através
do culto a Afrodite, tendo em vista que na Fenícia e em Chipre tradicionalmente
se queimava incenso no culto dessa deusa.Posteriormente, os gregos importaram
o incenso da Arábia, como um produto comercial. À semelhança
do costume de outros povos, os gregos também queimavam incenso quando
faziam imolações, tanto como oferenda independentemente aos
deuses quanto como um meio para neutralizar e purificar o cheiro ruim das
imolações.A oferenda de incenso era feita em combinações
com frutas, pão, trigo e outros alimentos, ou era oferecida isoladamente
em cultos para os deuses ou em rituais domésticos. O incenso também
era dado como presente a outras pessoas.Às vezes, o incenso era jogado
sobre o altar de oferendas de modo que seus aromas pudessem se misturar com
a fumaça do sacrifício ou as vezes de uma imolação.
Queimava-se também incenso fora dos templos.Os gregos conheciam os
incensários que podiam ser segurados na mão. Através
de hinos antigos da Grécia, sabemos ainda que no culto de Orfeu eram
usados muitos tipos de incenso.OS ROMANOS Na religião romana oficial
considerava-se como a oferenda sangrenta mais importante o oferecimento de
TUS, que designava tanto o incenso em geral quanto a goma-resina (olíbano)
em especial. Um ritual era considerado incompleto se não fosse usado
o TUS.Também os deusas da casa recebiam sua porção incensos.
Nos altares maiores, era queimado sobre braseiros ou sobre pequenos altares
portáteis (foci turibulum). O incenso era transportado e armazenado
numa caixinha chamada acerrra, que se enterrava nos túmulos junto com
os mortos.Nos casos de imolações queimava-se uma mistura de
incenso, açafrão e louro.Na época das grandes perseguições
dos cristãos pelo imperador Décio, cerca de 250 depois de Cristo,
a queima de incenso, era o que o cristão podia provar sua lealdade
diante do Estado, e portanto, diante da religião do Estado. Era costume
também queimar incenso diante de "retratos ou esculturas"
do imperador ou até mesmo diante de sua presença.OS HINDUS Poderíamos
considerar o hinduísmo um dos baluartes do uso do incenso. Os hindus
foram ávidos por aromas e na Antigüidade Clássica, já
foram famosos por seus perfumes.Os hindus queimava incenso pelos mesmos motivos
que já vimos, entre os gregos e os romanos, ou seja, de modo ritualístico
em público ou no ambiente da casa.Nessa mesma tradição
enquadra-se também a vidente indiana que durante as sessões
tenta despertar sua inspiração com a ajuda de plantas e árvores
sagradas.No hinduísmo moderno, o uso do incenso está amplamente
difundido. Assim no culto em homenagem a Shiva diante da pedra orissa quanto
das estátuas de Krishna se queimam cânfora e incenso. CRISTIANISMONos
ritos da Igreja Cristã, o incenso foi introduzido de forma paulatina.
Os cultos da igreja primitiva tinham um caráter simples e, com exceção
de finalidades de simples purificação, o incenso era evitado,
pois era visto como elemento de origem judaica ou pagã.O uso do incenso
parece evidente para fins cerimoniais não era mais novidade entre os
anos de 385 e 388, mas, ao contrário, já havia se tornado tradição.
É praticamente certo que o uso do incenso pelos cristãos remete
ao estabelecimento oficial da Igreja de Constantino.Muitas autoridades eclesiásticas
afirmam que a ausência de incenso nas listas dos inventários
decorre do fato de que nos primeiros trezentos anos depois da época
dos apóstolos simplesmente não se usava incenso nas igrejas.Depois
do século V, o uso do incenso foi pouco a pouco se estendendo cada
vez mais na Igreja. Desse modo, no século XIV, o incenso já
era uma parte indispensável dentro da Missa e de outros cultos religiosos,
como as vésperas, a consagração de igrejas e as procissões
e funerais.O fato de que o uso do incenso remetia aos judeus e/ou ao paganismo
podem de fato, ter causado a resistência ao incenso dos primeiros cristãos.
Não obstante, o incenso era efetivamente usado naquela época
para fins de purificação.A receita do incenso mais antiga que
conhecemos por tradição está contida no livro de Êxodo,
do Antigo Testamento (capítulo 30, versículo 34). E por fim,
o incenso fazia parte também dos presentes que os Três Reis Magos
do Oriente trouxeram ao menino Jesus recém nascido (Mateus 2:11 - E
entrando na casa, viram o menino com Maria sua mãe e, prostrando-se,
o adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaram-lhe dádivas: ouro,
incenso e mirra). O INCENSO NAS FALANGES CIGANASAlguns dos incensos e suas
funções astrais:· MADEIRA: para abrir os caminhos·
ALMISCAR: para favorecer os romances· JASMIM: para o amor· LOTUS:
paz, tranqüilidade· BENJOIM: para proteção e limpeza·
SANDALO: para estabelecer relação com o astral· MIRRA:
incenso sagrado usado para limpar após os rituais e durante eles e
também usado quando vai se desfazer alguma demanda ou feitiço.·
LARANJA: para acalmar alguém ou ambiente.Todo incenso deve ser usado
com cautela nunca em demasia como fazem algumas pessoas e deve ser sempre
dirigido a alguma causa. Não deve ser utilizado simplesmente por usar,
por nada ou sem motivo, deve sempre ter um dono que o receba e que tenha seu
nome pronunciado no momento do pedido. O incenso é um expediente sagrado
e tem sido usado em rituais sagrados de toda espécie desde que o homem
é homem. Mantém um poder grande de evocação espiritual
e astral e não deve ser usado tão somente para perfumar ambientes
ou sem causa porque sempre estaria alcançando uma egrégora qualquer
com a vibração que provoca e que está quieta em seu lugar,
tem o condão de atrair energia de toda espécie e dos dois planos
astrais, negativo e positivo, tem força de ritual e de alimento também,
tem força de rejeição ou de atração dependendo
do patamar alcançado e da situação especial de quem as
ascende. É por demais conhecido no mundo da mística astral e
por vezes seu uso ou o que emana no mundo imaterial chega a ser disputado
quando não pertence a ninguém que o esteja recebendo, podendo
muitas vezes provocar visitas ansiosas por novos incensos a serem utilizados.Pode
parecer simples e de nenhuma gravidade, bem como aconselhado em outras egregoras
como de bom agouro e condutor de sorte, limpeza e bom astral, em algumas vezes
até como calmante ou nivelação energética de ambientes,
contudo, seu uso como tudo no mundo deve ser feito com o critério necessário
e mantida a relação correta com o que e quem se pretende atingir,
na sua ardência e utilização, sem contar com as preferencias
milenares já existentes em alguns casos, no mundo imaterial por uma
avalanche de viventes e energias de tipos diversos. O uso inadvertido ou pouco
conhecido de determinados instrumentos destinados, regra geral a rituais,
consagrações e outros tantos motivos, não é aconselhável.
Fato que nos leva à necessidade de orientação, pesquisa
e instrução à respeito. As coisas que por vezes nos parecem
muito simples e que por qualquer motivo nos faz um aparente bem, mas que não
esteja dentro de nosso domínio de conhecimento, requer maior atenção
e aprendizado. Quando se tratar de espírito cigano, com certeza ele
indicará o incenso de sua preferencia ou de sua necessidade naquele
momento, regra geral o incenso mantêm sempre correspondência com
a área de atuação dele ou dela ou do trabalho que estará
sendo levado a efeito. Quando se tratar de oferendas e já não
estiver estipulado o incenso certo para acompanhar e houver sua necessidade
solicitada, bem como nas consagrações o incenso que deve acompanhar
devera sempre ser o de maior correspondência com o próprio cigano
ou cigana. No caso de uma oferenda normal e tão somente necessária
para manutenção, agrado ou tratamento sugere-se o incenso espiritual
ou de rosa, que mantém efeito de evocação de leveza,
de elevação ou mesmo de louvação espiritual.Quando
se pretender que alguma coisa , objeto ou ambiente seja bem energizado, ou
mesmo se tratar de alguma consagração de algum instrumento utilizado
por eles, e for feito sem a participação efetiva do cigano ou
cigana e com a devida autorização, pode-se usar o incenso de
ópio ou mesmo sândalo, se nenhum foi indicado. É interessante
que se tenha sempre a mão esses incensos, no caso de algum cigano pedir
para exercer qualquer vibração de energização
em algum objeto qualquer que deseje dar ou mesmo prepara para alguém.Trecho
extraído do livro "Rituais e Mistérios do Povo Cigano",
de Nelson Pires Filho.Ed. Madras
HORÓSOCOPO
CIGANO
(FADA MORGANA)
·
SIGNO DO PUNHAL - de 21 de março a 20 de abril
·
SIGNO DA COROA - de 21 de abril a 20 de maio
·
SIGNO DAS CANDEIAS - de 21 de maio a 20 de junho
·
SIGNO DA RODA - de 21 de junho a 21 de julho
·
SIGNO DA ESTRELA - de 22 de julho a 22 de agosto
·
SIGNO DO SINO - de 23 de agosto a 22 de setembro
·
SIGNO DA MOEDA - de 23 de setembro a 22 de outubro
·
SIGNO DA ADAGA - de 23 de outubro a 21 de novembro
·
SIGNO DO MACHADO - de 22 de novembro a 21 de dezembro
·
SIGNO DA FERRADURA - de 22 de dezembro a 20 de janeiro
·
SIGNO DA TAÇA - de 21 de janeiro a 19 de fevereiro
·
SIGNO DA CAPELA - de 20 de fevereiro a 20 de março
CONHEÇA
A SEGUIR OS SIGNOS EM DETALHES
Signo
do Punhal
Período: de 21 de março a 20 de abril corresponde ao signo de
Áries
O Punhal é a imagem da luta e vontade de vencer. Representa honra,
vitória e êxitos. Os ciganos também usavam o punhal para
abrir matas, sendo então, símbolo de superação
e pioneirismo. A pessoa sob esta influência é uma pessoa irrequieta,
firme e dona de si mesma. Ousada, tem uma personalidade forte e odeia ser
subestimada. Quando isso ocorre, torna-se agressiva. Ama demais, é
fiel e adora sexo. Não é econômica, mas sabe controlar
o dinheiro. Vitoriosa nos esportes, artes marciais e cargos de chefia e liderança.
Signo
da Coroa
Período: de 21 de abril a 20 de maio corresponde ao signo de Touro.
Relaciona-se ao ouro e à nobreza. É símbolo de amor puro,
força, poder e elegância, o que torna a pessoa desse signo valorizada
e importante. A pessoa sob esta influência luta pelo que quer, pois
a estabilidade financeira lhe é fundamental. Nasceu para administrar
e ser dona de seu próprio trabalho. É fiel no amor, sensível,
e não suporta que brinquem com seus sentimentos. Gosta das artes e
tem grande criatividade artística.
Signo
das Candeias
Período: de 21 de maio a 20 de junho corresponde ao signo de Gêmeos.
Representa as luzes e a verdade, portanto a sabedoria e a clareza de idéias.
As candeias eram usadas para iluminar os acampamentos. Também simbolizam
a esperteza e a vivacidade. A pessoa sob esta influência é comunicativa
e tem uma inteligência brilhante, fazendo muitos amigos. Adora estudar
e pesquisar, principalmente assuntos relacionados a si mesma. É romântica
e nunca desiste de uma conquista, mesmo que não se envolva por completo.
Quando quer algo, consegue.
Signo
da Roda
Período: de 21 de junho a 21 de julho corresponde ao signo de Câncer.
Por representar o ir e vir e estar relacionada à Lua, pela sua forma
arredondada, as pessoas regidas por esse signo têm urna forte ligação
com as mulheres e gestantes em geral. A emoção é a palavra
que traduz a sua essência. A Roda move a vida na alegria e na tristeza.
A pessoa costuma ser dócil e tranqüila, mas, quando se irrita,
pode ser muito agressiva. É um pouco insegura e tem uma certa tendência
à nostalgia. Ama com intensidade e sente muito ciúme.
Signo
da Estrela
Período: de 22 de julho a 22 de agosto corresponde ao signo de Leão.
A estrela cigana possui seis pontas, formando dois triângulos iguais,
que indicam a igualdade entre o que está acima e o que está
abaixo. Representa sucesso e evolução interior. A pessoa que
nasce sob esta influência é otimista e tem alto astral, tendo
nascido para brilhar. Curte a vida intensamente e tem um talento especial
para atrair as pessoas. Vive rodeada de amigos, mas tenta sempre impor os
seus desejos. Conseguirá ótimas oportunidades nas artes cênicas.
Signo
do Sino
Período: de 23 de agosto a 22 de setembro corresponde ao signo de Virgem.
Exatidão e perfeição. Nos séculos passados, o
sino era usado como relógio, e os ciganos o associaram à pontualidade,
à disciplina e à firmeza. A pessoa sob esta influência
é bastante organizada, ambiciosa, e supera sempre suas próprias
expectativas. Acha que a vida é para ser aproveitada nos mínimos
detalhes, porém, com consciência e sem exageros. Muito inteligente,
analisa e critica tudo o que está ao seu redor. Pode ser um ótimo
administrador.
Signo
da Moeda
Período: de 23 de setembro a 22 de outubro corresponde ao signo de
Libra.
A moeda é associada ao equilíbrio e à justiça
e relacionada à riqueza material e espiritual, representada pela cara
e coroa. Para os ciganos, cara é o ouro físico, e coroa, o espiritual.
A pessoa sob esta influência é sensível, charmosa, vive
de amores e sentimentos. Precisa estar apaixonada sempre. Atrai as atenções
facilmente. Tem talentos artísticos e como decorador de ambientes.
Adora ajudar as pessoas, fazendo disto o sentido maior de sua vida, razão
pela qual está sempre cercada de amigos e companheiros.
Signo
da Adaga
Período: de 23 de outubro a 21 de novembro corresponde ao signo de
Escorpião.
A adaga é entregue ao cigano quando ele sai da adolescência e
ingressa na vida adulta. Por isso, é associada também à
morte, ou seja, às mudanças necessárias que a vida nos
oferece para crescermos. A pessoa sob esta influência tem um temperamento
forte e enigmático, tornando-se irresistível e respeitada. Possui
uma mente analítica, percebendo tudo o que está ao seu redor.
Sempre procura aprofundar-se, seja no amor ou no trabalho. Ama de maneira
sensual e arrebatadora.
Signo
do Machado
Período: de 22 de novembro a 21 de dezembro corresponde ao signo de
Sagitário.
O machado é o destruidor de bloqueios e barreiras. Ele simboliza a
liberdade, pois rompe com todas os obstáculos que a natureza impõe.
A pessoa sob esta influência tem a liberdade como palavra chave. Aventureira,
jamais permanece parada em um só lugar. É como o vento, que
tudo toca, em tudo está, mas em nada fica. Otimista, percebe sinais
de alegria até nos momentos mais dolorosos. Apaixona-se e desapaixona-se
com facilidade. Detesta a rotina no trabalho e deseja aprender sempre.
Signo
da Ferradura
Período: de 22 de dezembro a 20 de janeiro corresponde ao signo de
Capricórnio.
A ferradura representa o esforço e o trabalho. Os ciganos têm
a ferradura como um poderoso talismã, que atrai a boa sorte e a fortuna,
afastando os infortúnios. A pessoa sob esta influência possui
bom senso, mas pode tornar-se demasiado séria. Raramente confia em
alguém. Busca amores estáveis e concretos. Pretende casar e
ter filhos. É completamente familiar, aprecia seus poucos amigos fiéis
e é dedicada à profissão.
Signo
da Taça
Período: de 21 de janeiro a 19 de fevereiro corresponde ao signo de
Aquário.
A Taça representa união e receptividade, pois qualquer líquido
cabe nela, adquirindo a sua forma. Tanto que, no casamento cigano, os noivos
tomam vinho em uma única taça, que representa valor e comunhão.
A pessoa sob esta influência preocupa-se muito com os assuntos à
sua volta. Inteligente, humana, inquieta, tem vários amigos sinceros.
Original, está sempre inovando. Persegue a felicidade. No amor, aprecia
a sinceridade e a fidelidade.
Signo
da Capela
Período: de 20 de fevereiro a 20 de março corresponde ao signo
de Peixes.
Representa o grande Deus. É sinal de religiosidade e fé. É
o local em que todos entram em contato com seu Deus interno. Signo que desperta
a força e o amor. A pessoa sob esta influência é emotiva,
sensível, leal, justa, espiritualizada e sonhadora, é o próprio
amor encarnado. Tem muita força espiritual e dons para a clarividência.
Ama cegamente e, portanto, pode desiludir-se facilmente. É romântica
e carinhosa. Quanto ao trabalho, gosta de tarefas em que pode ajudar ao próximo.
Oração
ao Sagrado Cristo interno de outro(a) irmão(irmã)
(O
círculo é uma das maiores defesas do Universo, pois no momento
da oração, uma qualidade angélica preenche o espaço
protetor, limpando os miasmas negativos do espaço ou pensamento. Para
maior efeito, rezar três vezes esta oração)
"Eu estou em um círculo mágico de proteção
que me circunda e me deixa invencível. Repele todo elemento perturbador
e todo o perigo que tentar penetrar para me prejudicar. Eu sou a perfeição
em meu mundo, que é auto-sustentada. Eu e meu (minha) companheiro(a)
somos a fé no Todo-Poderoso.
Nós somos um círculo repleto da Chama da Paz. Nós somos
a Paz. Neste momento preencho este círculo com as chamas de cura, com
saúde e vitalidade plenamente manifestadas e protegidas. Amém".
Oração
do divino perdão
"Com
todo o Poder da Presença de Deus e do raio do amor eterno. Eu perdôo,
perdôo, perdôo, a cada pessoa, lugar, condição ou
coisa que me tenha feito mal, de qualquer modo, em qualquer momento, por qualquer
razão, e agora me envolvo em amor todas as dívidas a mim devidas
vida.
Eu invoco a Lei do perdão para mim mesmo e para toda a Humanidade pelo
mau uso da Energia Sagrada de Deus. Perdoe-me! E à medida que somos
perdoados enviamos uma dádiva de amor para equilibrar todas as dívidas
à vida que alguma vez tenhamos contraído e que ainda estejam
sem pagar.
Nós somos gratos pela lei do perdão que nos permite amar a vida
livre da roda do mau karma antes que ele possa manifestar-se ou ser sustentado
por mais tempo. Nós aceitamos isto no mais do que nos é Sagrado.
Amém".
Oração
em benefício do corpo emocional
(Esta
oração atuará como uma limpeza na sua aura, purificando
e expandindo seu chackra cardíaco, eliminando qualquer mágoa
do passado).
"Amada Presença Divina em meu pulsante coração.
Fonte de minha vida em vosso santo nome. Com vosso amor, sabedoria, força
e autoridade, peço auxílio à Deus neste momento.
Deixai fluir e flamejar agora e sempre o crescente mar da Chama Violeta do
amor libertador em mim, ao meu redor, em todo meu ser e em meu mundo, principalmente
através do meu corpo emocional.
Deixai a Chama Sagrada do Fogo Violeta fazer cair todas as cunhas negras de
substâncias pesadas, e transformai-as em essência luminosa, substituindo-as
pela pura substância da Luz e pelos sentimentos de meu próprio
Ser Divino, agora e sempre.
Deixai meu Sagrado Cristo Interno assumir imediatamente o completo e eterno
controle de meu ser e de meu mundo e deixai-o viver em mim e através
de mim. Tudo o que peço para mim peço também para toda
a humanidade e, principalmente, para os elementais da água, que são
servos obedientes e amigos sinceros desde os tempos seculares.
Deixai o elemento água sempre puro e livre de tudo o que nunca foi
o Propósito Divino. Aceito tudo isso realizado instantaneamente com
todo o Poder da Divindade. Amém!"
Oração
de proteção ao relacionamento ou casamento
(Nesta
oração, coloque no lugar da linha sublinhada o nome da pessoa
específica a que se dirige a prece, ou se não houver, use as
palavras "meu companheiro" ou "minha companheira". Esta
oração faz com que sua alma gêmea, se ela se encontrar
em um estágio inferior, evolua)
"Amada Presença de Deus em mim e amada Presença de Deus
em __________: Eu vos abençôo. Eu vos abençôo. Eu
vos abençôo. E sei que vós sois a capacidade de transmutar
todo negativo em positivo.
Em vosso nome, me dirijo ao Cristo Interno em _________, e lhe falo diretamente:
Eu vos saúdo e reconheço que sois um (a) perfeito(a) filho(a)
de Deus, generoso(a), nobre, justo(a), inteligente e amoroso(a); que sois
a verdade, a harmonia e a paz, e que não quereis que vosso Eu inferior
se conduza de nenhuma forma contrária ao Conceito Imaculado.
Eu vos amo e agradeço, porque sei que estais pondo em ordem o vosso
Templo. Amém!"
Oração
das almas gêmeas
(Esta
oração é poderosa para facilitar o encontro da sua alma
gêmea. Faça-a durante sete dias, se possível, no mesmo
horário).
Eu
sou um(a) filho(a) de Deus puro(a), divino(a) e perfeito(a), porque fui criado(a)
à sua imagem e semelhança. Estou em busca da minha alma gêmea
e sei, que nenhuma outra pessoa tem exatamente as mesmas qualidades que possuo,
apesar de todos termos um denominador comum, Deus, essa Chama Divina dentro
de cada um de nós.
Neste mesmo instante há uma pessoa que anela internamente ser minha(meu)
companheira(o) de toda a vida, e que saberá apreciar o que sou e o
que desejo expressar. A lei do Bem Absoluto está atraindo para mim
essa pessoa.
O Espírito de Deus é a suprema atração do Universo.
Eu sou parte integrante desse Espírito em manifestação
e a Essência dessa suprema atração. Em meu desejo de ter
uma(um) companheira(o) não existe egoísmo algum de minha parte,
já que em minha consciência existe somente o amor de Deus, que
não conhece egoísmo. Ajudai-me, Pai, a compreender que da mesma
maneira que estou anelando ter a meu lado essa(e) companheira(o) também
ela(e) está ansiando por sua(seu) companheiro(a) perfeito(a).
Preparo-me para a chegada de meu(minha) companheira(o) porque minha palavra
põe em movimento a lei imutável do amor divino. Ajudai-me, eu
vos peço, a deixar de lado qualquer sentimento de solidão que
chegue a mim, e a olhar, com fé e esperança, que vós
fareis chegar a mim as amizades perfeitas no momento propício. Fazei-me
ter sempre presente que, para conseguir amigos, antes de mais nada tenho que
ser um(a) amigo(a), e que para que me amem, antes tenho eu que amar.
(Deste instante em diante vos prometo fazer a minha parte. Abro minha mente
e meu coração, e me preparo para receber com os braços
abertos a chegada de meu(minha) companheira(o), se essa for a vossa vontade.
Eu vos agradeço, amado Pai, pelas muitas evidências e manifestações
de vosso infalível amor e companheirismo, que sempre me consolam e
sustentam, e me fazem compreender que nunca estou só. Que assim seja!
Uma
história de amor com a Magia Cigana
A
positividade da
Magia Cigana

Desde
de muito jovem, Paulo Mendonça, conheceu o seu lado místico
e de envolvimento com os orixás e divindades, oriundos de uma família
seguidora da umbanda, Paulo tem grande determinação em defender
a cultura e a religião afro-brasileira, aonde milita como sacerdote
e teve em sua jornada religiosa o orgulho de passar pela casa de um dos maiores
zeladores de axé do Brasil, o inesquecível, Zé Ribeiro,
em 1999, foi levado pelo dileto amigo Paulo d’Oxossi de Sepetiba, para
a comissão organizadora do evento “Presente à Yemanjá
em Sepetiba”, zona oeste da cidade do Rio de Janeiro, o qual deu origem
a Irmandade Religiosa e Cultural Afro-Brasileira do Rio de Janeiro –
IRMAFRO-RJ, na qual tornou-se fundador, membro do conselho gestor, coordenador
executivo e regional oeste.
Nesta caminhada ao conhecer a energia do povo encantado do oriente, através
do cigano Nazaro, entidade que passou a trabalhar manifestada através
dele, levou a pesquisa e a automática fascinação pela
cultura da encantaria sagrada do povo cigano do oriente, através do
casal Kátia Bastos e César Bastos, na Escola Superior de Magia
Iniciática – Templo da Trybo Cósmica – Pedra de
Guaratiba – Rio de Janeiro.
Em 2001, no Templo da Trybo Cósmica, Paulo Mendonça d’Xangô,
que passou usar a denominação de Paulo Mendonça do Cigano
Nazaro, festejou em um lindo ritual da fogueira, seus dez anos de sacerdote
ao lado da Rainha da Magia Cigana no Brasil Kátia Bastos, do Duque
de Guerra César Bastos, do inesquecível amigo Tata Ria d’Inkice
Paulo d’Oxossi de Sepetiba, da Ialorixá e Rainha do Catimbó
Abigail Kanabogi e tanto outros amigos, familiares e seguidores.
Paulo, afirma: “...sou do axé com orgulho e respeito, mais hoje
tenho a opção de trata-los através da magia cigana do
oriente e assim estar mais em sintonia com a cultura do século 21...
Esta energia me fascinou... Se está dando certo assim, porque ter a
pretensão de modificar o que o cosmo me indicou... Sou grato a Deus,
aos meus orixás, aos meus encantados e em especial a este maravilhoso
povo cigano do oriente...”.
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